Leituras de 08/10/10


ANO LITÚRGICO “C” – XXVII SEMANA DO TEMPO COMUM

Sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Verde – Ofício do Dia

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Antífona: Senhor, tudo está em vosso poder e ninguém pode resistir à vossa vontade. Vós fizestes todas as coisas: o céu, terra e tudo o que eles contêm; sois o Deus do universo! (Est 1,9ss)

Oração do Dia: Ó Deus eterno e todo-poderoso, que nos concedeis, no vosso imenso amor de Pai, mais do que merecemos e pedimos, derramai sobre nós a vossa misericórdia, perdoando o que nos pesa na consciência e dando-nos mais do que ousamos pedir. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Primeira Leitura: Gálatas 3, 7-14

Leitura da carta de são Paulo aos Gálatas:

7 Sabei, pois: só os que têm fé é que são filhos de Abraão.

8 Prevendo a Escritura que Deus justificaria os povos pagãos pela fé, anunciou esta boa nova a Abraão: Em ti todos os povos serão abençoados (Gn 18,18).

9 De modo que os homens de fé são abençoados com a bênção de Abraão, homem de fé.

10 Todos os que se apóiam nas práticas legais estão sob um regime de maldição. Pois está escrito: Maldito aquele que não cumpre todas as prescrições do livro da lei (Dt 27,26).

11 Que ninguém é justificado pela lei perante Deus é evidente, porque o justo viverá pela fé (Ha 2,4).

12 Ora, a lei não provém da fé e sim (do cumprimento): quem observar estes preceitos viverá por eles (Lv 18,5).

13 Cristo remiu-nos da maldição da lei, fazendo-se por nós maldição, pois está escrito: Maldito todo aquele que é suspenso no madeiro (Dt 21,23).
14 Assim a bênção de Abraão se estende aos gentios, em Cristo Jesus, e pela fé recebemos o Espírito prometido.

Palavra do Senhor.

Graças a Deus!

Salmo Responsorial: 111/110

O Senhor se lembra sempre da aliança!

Eu agradeço a Deus de todo o coração

junto com todos os seus justos reunidos!

Que grandiosas são as obras do Senhor,

elas merecem todo o amor e admiração!

Que beleza e esplendor são os seus feitos!

Sua justiça permanece eternamente!

O Senhor bom e clemente nos deixou

a lembrança de suas grandes maravilhas.

Ele dá o alimento aos que o temem

e jamais esquecerá sua aliança.

Ao seu povo manifesta seu poder,

dando a ele a herança das nações.

Evangelho: Lucas 11, 15-26

Aleluia, aleluia, aleluia.
Agora o príncipe deste mundo há de ser laçado fora; quando eu for elevado da terra, atrairei para mim todo ser (Jo 12,31s).

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas:

15 Alguns deles disseram a respeito de Jesus: Ele expele os demônios por Beelzebul, príncipe dos demônios.

16 E para pô-lo à prova, outros lhe pediam um sinal do céu.

17 Penetrando nos seus pensamentos, disse-lhes Jesus: Todo o reino dividido contra si mesmo será destruído e seus edifícios cairão uns sobre os outros.

18 Se, pois, Satanás está dividido contra si mesmo, como subsistirá o seu reino? Pois dizeis que expulso os demônios por Beelzebul.

19 Ora, se é por Beelzebul que expulso os demônios, por quem o expulsam vossos filhos? Por isso, eles mesmos serão os vossos juízes!
20 Mas se expulso os demônios pelo dedo de Deus, certamente é chegado a vós o Reino de Deus.

21 Quando um homem forte guarda armado a sua casa, estão em segurança os bens que possui.

22 Mas se sobrevier outro mais forte do que ele e o vencer, este lhe tirará todas as armas em que confiava, e repartirá os seus despojos.

23 Quem não está comigo, está contra mim; quem não recolhe comigo, espalha.

24 Quando um espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso; não o achando, diz: Voltarei à minha casa, donde saí.

25 Chegando, acha-a varrida e adornada.

Palavra da Salvação.

Glória a Vós, Senhor!

Caindo casa sobre casa… (Lc 11, 15-26)

Esta ruína geral é consequência da divisão. Quando os adversários acusam Jesus de usar o poder do demônio para expulsar os demônios, o Mestre argumenta que essa interpretação é absurda, pois uma casa dividida não permanece de pé. Até os demônios precisam trabalhar juntos!

Temos aqui um belo princípio para avaliar a derrocada geral das famílias neste início de milênio. Por que tantos esposos se separam, renegam os juramentos de amor (pronunciados na presença de Deus e da Igreja!) e acabam por rasgar também o coração dos filhos? Porque se deixaram dividir…

No tempo do namoro e do noivado, estavam unidos. Tinham objetivos comuns. Os mesmos interesses. Tudo faziam juntos. Algum tempo depois do casamento, iniciaram trajetórias divergentes. O tempo já não era suficiente para o trabalho e a família. Para ganhar o pão e – quem diria? – comê-lo lado a lado… A educação dos filhos (o que só se consegue em unidade) acabou como motivo de discórdia: ele queria apertar, ela queria afrouxar…

O grande inimigo do matrimônio é o individualismo: meu modo de pensar, meu modo de sentir, meu modo de agir… Meu trabalho, meu dinheiro, meus programas… Ora, o lar é o espaço do nosso: filhos e amigos, trabalhos e cansaços, saúde e doença – tudo é nosso! E tudo se torna ponte de aproximação entre marido e mulher que se amam. Até as crises e dificuldades!

Na prática, a realidade é mofina. Fica difícil até mesmo repartir a TV! Cada um finca pé para ver o programa que lhe agrada. A alternativa burguesa – um televisor em cada cômodo – acaba por separar ainda mais os familiares. Os amigos dele são dele. As amigas dela são dela. Os filhos percebem esse abismo e se sentem perdidos no deserto do lar.

A saída? Ela existe, sim. Consiste em morrer para si mesmo. Viver para o outro. Dedicar-se ao exercício do amor verdadeiro, que se traduz no esforço para que o outro seja feliz. Aí, sim, bem soldadas as pedras do edifício, rejuntadas pela argamassa do amor, a casa fica de pé.

E, de quebra, são expulsos para o caos todos os demônios do ódio e da separação, pois os demônios detestam cada gesto de amor…

Orai sem cessar: “Se o Senhor não guarda a cidade, em vão vigia a sentinela!” (Sl 127, 1)

Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.

santini@novaalianca.com.br

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Comentário ao Evangelho do dia feito por:

Santo Ireneu de Lião (c. 130-c. 208), bispo, teólogo e mártir

Contra as heresias IV, Pr 4; 39, 2 (a partir da trad. SC 100 rev.)

O dedo de Deus

O homem é uma combinação de alma e de carne, uma carne formada por semelhança com Deus, modelada pelas duas Mãos de Deus, ou seja, pelo Filho e o Espírito, aos Quais Ele disse: «Façamos o homem» (Gn 1, 26). […]

Mas como podes ser divinizado, se ainda não és homem? Como podes ser perfeito, se ainda mal foste criado? Como serás imortal tu que, na natureza mortal, não obedeceste ao teu Criador? […] Visto que és obra de Deus, espera pacientemente pela Mão do teu Artista, que faz todas as coisas em tempo oportuno. Apresenta-Lhe um coração manso e dócil, e mantém a forma que este Artista te concedeu, conservando em ti a água que Dele provém e sem a qual te tornarás rígido, acabando por rejeitar a marca dos Seus dedos.

Se te deixares formar por Ele, ascenderás à perfeição, pois por esta arte de Deus será ocultada a argila que existe em ti; foi a Sua Mão que criou a tua substância. […] Se, porém, te tornares rígido, recusando a Sua arte e mostrando-te desagradado com o que Ele fez em ti, terás rejeitado, pela tua ingratidão para com Deus, não apenas a Sua arte, mas a própria vida; porque formar é próprio da bondade de Deus e ser formado é próprio da natureza do homem. Se, pois, te entregares a Ele, dando-Lhe a tua fé e a tua submissão, receberás os benefícios da Sua arte e serás uma obra perfeita de Deus. Se, pelo contrário, resistires e fugires às Suas Mãos, a causa da tua imperfeição residirá, não Nele, mas em ti, que não obedeceste.

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TEMPO COMUM. VIGÉSIMA SÉTIMA SEMANA. SEXTA-FEIRA

35. A VONTADE DE DEUS

Por Francisco Fernández-Carvajal, sacerdote

– O cumprimento da vontade divina.

– Purificar a nossa vontade, inclinada excessivamente para nós mesmos.

– Amar em tudo o querer de Deus.

I. SEJA FEITA a vossa vontade assim na terra como no Céu, rezamos a Deus na terceira petição do Pai-Nosso. Queremos conseguir do Senhor as graças necessárias para que possamos cumprir aqui na terra tudo o que Deus quer, como o cumprem os bem-aventurados no Céu. A melhor oração é aquela que transforma os nossos desejos até conformá-los, gozosamente, com a vontade divina, até podermos dizer com Jesus: Não se faça a minha vontade, mas a tua: não quero nada que Tu não queiras. Nada. Este é o fim principal de toda a petição: identificar-nos plenamente com o querer divino.

Se a nossa oração é assim, sempre seremos beneficiados, pois não há ninguém que queira tanto o nosso bem e a nossa felicidade como o Senhor. No entanto, quase sem o percebermos, desejamos em muitas ocasiões que se cumpra antes de mais nada a nossa vontade; julgamo-la muito acertada e conveniente, ainda que desejemos, talvez fervorosamente, que o querer divino coincida com o nosso… Pedis e não recebeis porque pedis mal1, escreve o Apóstolo São Tiago.

Quando dizemos em face de um acontecimento ou situação: Senhor, seja feita a vossa vontade, não nos estamos sujeitando à pior das possibilidades ou mesmo a uma catástrofe, mas à “melhor” das soluções possíveis. Porque, mesmo que aquilo que Deus permite nos pareça à primeira vista uma desgraça ou um desastre, devemos transcender essa visão puramente humana e aprender que existe um plano mais alto, no qual Deus integra esse acontecimento num bem superior, que talvez não vejamos momentaneamente. Essa situação que nos parece tenebrosa é somente uma sombra de um quadro luminoso e cheio de beleza; pois a sabedoria divina não é mais sábia que a nossa?; e o seu amor por nós e pelos nossos não é infinitamente maior do que o nosso? Se pedimos pão, acaso nos dará uma pedra? Ele não é nosso Pai? Quando orardes, dizei: Abba, Pai…

Só neste clima de amor e de confiança é que se torna possível a verdadeira oração: Senhor, se for conveniente, concede-me… Deus sabe mais e é infinitamente bom, muito melhor do que podemos imaginar. Ele quer o melhor para nós; e o melhor, às vezes, não é o que pedimos. Maria de Betânia enviou ao Senhor uma mensagem urgente para que curasse o seu irmão Lázaro, que estava a ponto de morrer. Mas Jesus não o curou, ressuscitou-o. Ele é sábio, com uma sabedoria divina, e nós, ignorantes. Ele abarca a vida inteira, a nossa e a daqueles que amamos; nós apenas vislumbramos um pouco das coisas imediatas. Aflitos e impacientes, vemos apenas esses instantes, e Ele vê toda a vida e a eternidade… Não sabemos pedir o que convém, mas o Espírito Santo advoga por nós com gemidos inenarráveis2. Não rogamos que Deus queira, mas que nos ensine e nos dê forças para cumprir o que Ele quer3.

Querer fazer a vontade de Deus em tudo, aceitá-la com paz e alegria, amá-la, ainda que humanamente pareça difícil e dura, não “é a capitulação do mais débil perante o mais forte, mas a confiança do filho no Pai, cuja bondade nos ensina a ser plenamente homens: e isto implica a alegre descoberta da condição da nossa grandeza”4, a filiação divina.

II. SEJA FEITA a vossa vontade…

Em muitas ocasiões, o nosso querer natural coincide com o de Deus. Tudo parece então sereno e suave, e podemos caminhar sem grandes dificuldades. Mas não devemos esquecer que, no progresso para a santidade, é necessário purificar o nosso eu, a vontade própria, excessivamente inclinada para si mesma – ainda que se trate de assuntos muito nobres –, e encaminhá-la para a plena identificação com o querer divino. Esta é a verdadeira bússola que orienta os nossos passos diretamente para Deus, e que nos levará em tantas ocasiões a enveredar por caminhos diferentes daqueles que nós, com um critério exclusivamente humano, teríamos escolhido. E o Espírito Santo talvez nos diga na intimidade do nosso coração: Os meus caminhos não são os vossos caminhos…5

Devemos aprender de Cristo o caminho seguro do cumprimento da vontade divina em tudo. É um ensinamento contínuo que colhemos do Evangelho. Quando os Apóstolos insistem com Cristo, cansado de uma longa jornada, para que se alimente com os víveres que tinham comprado numa cidade da Samaria, o Senhor responde-lhes: O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e cumprir a sua obra

6. O nosso alimento, o único que nos dá forças e firmeza para vivermos como filhos de Deus, o único que dá sentido à nossa vida, é saber que estamos fazendo a vontade de Deus até nos menores detalhes da vida diária. Em muitas outras ocasiões Jesus repetirá este mesmo ensinamento: Não vim fazer a minha vontade, mas a daquele que me enviou7.

Se pudéssemos dizer o mesmo! Eu não quero, Senhor – dizemos-lhe no nosso interior –, fazer o que os meus sentidos ou a minha inteligência desejam, ainda que seja lícito, mas o que Tu queres que eu faça, ainda que pareça difícil. Se alguma vez nos custa cumprir a vontade de Deus, devemos ir ao Sacrário para conversar com Jesus, e depois de um tempo de oração compreenderemos que o nosso querer mais íntimo é precisamente aceitar e amar a vontade de Deus. Será esse o momento – especialmente se se trata de um assunto difícil ou que exige sacrifício – de fazermos nossa a oração de Jesus no começo da Paixão: Pai, se é do teu agrado, afasta de mim este cálice; não se faça, porém, a minha vontade, mas a tua8. E repetiremos devagar: Não se faça a minha vontade

Os Apóstolos pregaram até o fim dos seus dias o que aprenderam do Mestre: Aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus, esse entrará no reino dos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe

9. É aí – no cumprimento da vontade divina – que a criatura humana encontra a sua verdadeira felicidade: “A quem possui a Deus, nada lhe falta…, se ele mesmo não falta a Deus”10.

A nossa vontade tem assim uma meta: fazer sempre, também nas coisas pequenas, nas tarefas ordinárias, o que Deus quer que façamos. Assim, decidimo-nos em cada circunstância não por aquilo que nos parece mais útil ou agradável, mas por aquilo que o Senhor deseja naquela situação concreta. E como Deus quer o melhor, ainda que de modo imediato não o experimentemos, estamos exercitando a liberdade no bem, que é onde verdadeiramente ela se realiza11. Por isso, quando exercemos a nossa liberdade tornando próprio o querer divino, convertemos a nossa vida num contínuo ato de amor.

III. PAI, SEJA FEITA a vossa vontade assim na terra como no Céu… E preparamos a alma não só para realizar o querer divino, mas também para amar o que Deus faz ou permite. Quando os acontecimentos ou as circunstâncias não permitem que escolhamos, é Deus quem escolhe por nós. É nessas situações, às vezes humanamente difíceis, que devemos dizer com paz: “Tu o queres, Senhor?… Eu também o quero!”12 Podem ser ocasiões extraordinárias para confiarmos mais e mais em Deus.

Essa vontade divina que aceitamos pode chamar-se sofrimento, doença ou perda de um ser querido. Ou talvez sejam situações trazidas pelo dia-a-dia ou pelo decorrer dos dias: as limitações da idade que começa a deixar as suas marcas, o salário insuficiente, uma profissão diferente da que teríamos desejado, mas a que devemos dedicar-nos com amor porque as circunstâncias nos levaram a ela e já não é possível abandoná-la, as aspirações nobres não realizadas, o fracasso por um esquecimento ou erro ridículo, os mal-entendidos…, a aceitação de si mesmo, sem que isso afogue o desejo de superação e, sobretudo, de crescimento nas virtudes. Então também nós poderemos dizer:

Dai-me riqueza ou pobreza,
dai consolo ou desconsolo,
dai-me alegria ou tristeza […].
Que quereis fazer de mim?13

O que queres de mim, Senhor, nesta circunstância concreta, e nessa outra?

A aceitação alegre da vontade divina sempre dará paz à nossa alma e, no plano humano, evitará desgastes inúteis, mas muitas vezes não suprimirá a dor. O próprio Jesus chorou como nós. Na Epístola aos Hebreus lemos que nos dias da sua carne, ofereceu preces e súplicas com grandes brados e lágrimas14. As nossas lágrimas, quando se trata de um acontecimento doloroso, não ofendem a Deus; pelo contrário, movem-no à compaixão.

“Disseste-me: – Padre, estou passando muito mal.

“E eu te respondi ao ouvido: – Põe aos ombros uma partezinha dessa cruz, só uma parte pequena. E se nem mesmo assim podes com ela…, deixa-a toda inteira sobre os ombros fortes de Cristo. E repete desde já comigo: “Senhor, meu Deus! Em tuas mãos abandono o passado e o presente e o futuro, o pequeno e o grande, o pouco e o muito, o temporal e o eterno”.

“E fica tranqüilo”15.

Além disso, o Senhor quer que, com a amorosa aceitação do querer divino, lancemos mão também de todos os meios humanos ao nosso alcance para sairmos dessa má situação, se for possível. E se não o for, ou se demorar a resolver-se, abraçaremos com força o nosso Pai-Deus e poderemos dizer com São Paulo: Estou inundado de alegria no meio de todas as nossas tribulações16. Nada poderá tirar-nos a alegria.

A nossa Mãe Santa Maria é o modelo que devemos imitar, dizendo com Ela: Faça-se em mim segundo a tua palavra. Que se faça, Senhor, o que Tu queres e como o queres.

(1) Ti 4, 3; (2) cfr. Rom 8, 20; (3) cfr. Santo Agostinho, Sermão da Montanha, 2, 6, 21; (4) Georges Chevrot, Em segredo; (5) Is 55, 8; (6) Jo 6, 32; (7) Jo 5, 30; (8) Lc 22, 42; (9) Mt 6, 10; (10) São Cipriano, Tratado sobre a oração, 21; (11) cfr. Carlos Cardona, Metafisica del bien y del mal, pág. 185; (12) cfr. São Josemaría Escrivá, Caminho, n. 762; (13) Santa Teresa, Poesias, 5; (14) Hebr 5, 7; (15) São Josemaría Escrivá, Via Sacra, VIIª est., n. 3; (16) 2 Cor 7, 4.

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