Leituras de 18/10/10



ANO LITÚRGICO “C” – XXIX SEMANA DO TEMPO COMUM

Segunda-feira, 18 de outubro de 2010

SÃO LUCAS, Evangelista

Vermelho – Glória – Prefácio dos Apóstolos – Ofício da Festa

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Antífona: Como são belos sobre os montes os passos daquele que anuncia a paz, trazendo a boa-nova e proclamando a salvação! (Is 52,7)

Oração do Dia: Ó Deus, que escolhestes são Lucas para revelar, em suas palavras e escritos, o mistério do vosso amor para com os pobres, concedei aos que já se gloriam do vosso nome perseverar num só coração e numa só alma, e a todos os povos do mundo ver a vossa salvação. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Primeira Leitura: 2ª Timóteo 4, 10-17

Leitura da segunda carta de são Paulo a Timóteo:

10 Demas me abandonou, por amor das coisas do século presente, e se foi para Tessalônica. Crescente, para a Galácia; Tito, para a Dalmácia.
11 Só Lucas está comigo. Toma contigo Marcos e traze-o, porque me é bem útil para o ministério.
12 Tíquico enviei-o para Éfeso.
13 Quando vieres, traze contigo a capa que deixei em Trôade na casa de Carpo, e também os livros, principalmente os pergaminhos.
14 Alexandre, o ferreiro, me tratou muito mal. O Senhor há de lhe pagar pela sua conduta.
15 Tu também guarda-te dele, porque fez oposição cerrada à nossa pregação.
16 Em minha primeira defesa não houve quem me assistisse; todos me desampararam! (Que isto não seja imputado.)
17 Contudo, o Senhor me assistiu e me deu forças, para que, por meu intermédio, a boa mensagem fosse plenamente anunciada e chegasse aos ouvidos de todos os pagãos. E fui salvo das fauces do leão.

Palavra do Senhor.
Graças a Deus!

Salmo Responsorial: 145/144

Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso reino glorioso!

Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem

e os vossos santos, com louvores, vos bendigam!

Narrem a glória e o esplendor do vosso reino

e saibam proclamar vosso poder!

Para espalhar vossos prodígios entre os homens

e o fulgor de vosso reino esplendoroso.

o vosso reino é um reino para sempre,

vosso poder, de geração em geração.

É justo o Senhor em seus caminhos,

é santo em toda obra que ele faz.

ele está perto da pessoa que o invoca,

de todo aquele que o invoca lealmente.

Evangelho: Lucas 10, 1-9

Aleluia, aleluia, aleluia.

Eu vos designei para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça, assim disse o Senhor (Jo 15,16).

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas:

1 Depois disso, designou o Senhor ainda setenta e dois outros discípulos e mandou-os, dois a dois, adiante de si, por todas as cidades e lugares para onde ele tinha de ir.

2 Disse-lhes: Grande é a messe, mas poucos são os operários. Rogai ao Senhor da messe que mande operários para a sua messe.

3 Ide; eis que vos envio como cordeiros entre lobos.

4 Não leveis bolsa nem mochila, nem calçado e a ninguém saudeis pelo caminho.

5 Em toda casa em que entrardes, dizei primeiro: Paz a esta casa!

6 Se ali houver algum homem pacífico, repousará sobre ele a vossa paz; mas, se não houver, ela tornará para vós.

7 Permanecei na mesma casa, comei e bebei do que eles tiverem, pois o operário é digno do seu salário. Não andeis de casa em casa.

8 Em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei o que se vos servir.

9 Curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: O Reino de Deus está próximo.

Palavra da Salvação.

Graças a Deus!

Paz a esta casa! (Lc 10, 1-9)

Em toda a história da humanidade, nunca se fez ouvir tão forte o clamor pela Paz! Paz que é dom de Deus e nos foi gratuitamente oferecida na pessoa de Jesus Cristo, nossa Paz (cf. Ef 2, 14). Quando Jesus nasceu em Belém de Judá, o hino cantado pelos anjos e ouvido pelos pastores falava exatamente de paz: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados”. A presença do Filho de Deus entre os homens – muito mais que o arco-íris traçado no céu, após o dilúvio – era o sinal de que a paz estava ao nosso alcance. Fora reatada a nossa Aliança com Deus.

Os séculos passaram, a areia correu pela ampulheta e… estamos em guerra. Guerra econômica entre Norte e Sul, guerra política entre Islã e Ocidente, guerra afetiva entre marido e mulher. Os noticiários falam de ataques terroristas. As imagens da TV mostram sangue e mutilações. As páginas policiais registram o julgamento do jovem que matou os próprios pais. Onde foi que perdemos a paz?

Um dia, entrando na cidade, Jesus chorou sobre Jerusalém, a “Cidade da Paz” que ele tanto amava: “Ah! Se neste dia tivesses conhecido como encontrar a paz! Mas infelizmente isto ficou oculto aos teus olhos! […] Não reconheceste o tempo em que foste visitada!” (Lc 19, 42.44.) O tempo tinha passado. A oportunidade fora perdida. Será que também nós iremos desperdiçar a “visitação” que Jesus Cristo nos faz?

No Evangelho de hoje, os discípulos são enviados dois a dois. De casa em casa, como portadores de uma mensagem bem específica. Ali chegando, devem anunciar: “Paz a esta casa!” Este voto de paz pode ser acolhido pelos moradores. Se for recusado, a paz recairá sobre o próprio discípulo.

Anunciar a paz: eis a nossa missão. Uma forma de paz que se traduz em serviço ao próximo (como fez Madre Teresa de Calcutá), em acolher os pequeninos (como fez Dom Bosco), em aproximar as Igrejas (como fez Ir. Roger Schutz, protestante), em curar os doentes (como fez o Dr. Albert Schweitzer, luterano), em recusar toda violência (como fez o Mahatma Gandhi, hindu), em dar a própria vida para defender os oprimidos (como fez Ir. Dorothy Stang).

Em suma, Jesus Cristo renova sempre sua promessa de paz. Nos últimos tempos, sua presença se fez sentir naqueles homens e mulheres de boa vontade que consagraram sua vida ao Evangelho. Podemos imitá-los?

Orai sem cessar: “Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz!”(Liturgia eucarística)

Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.

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Comentário ao Evangelho do dia feito por:

Orígenes (c. 185-253), presbítero e teólogo

Homilias sobre São Lucas, nº 1,1-2 (a partir da trad. de SC 87, p. 99)

«A fim de reconheceres a solidez da doutrina em que foste instruído» (Lc 1,4)

«Visto que muitos empreenderam compor uma narração dos fatos que entre nós se consumaram, […] resolvi eu também, depois de tudo ter investigado cuidadosamente desde a origem, expô-los a ti por escrito e pela sua ordem, caríssimo Teófilo, a fim de reconheceres a solidez da doutrina em que foste instruído» (Lc 1, 1-4).

Antigamente, entre os judeus, um grande número de pessoas presumia ter o dom da profecia, mas alguns eram falsos profetas. […] O mesmo se passou no tempo no Novo Testamento, em que muitos «empreenderam» escrever evangelhos, mas nem todos foram aceites. […] A palavra «empreenderam» contém uma acusação velada contra aqueles que, sem terem a graça do Espírito Santo, se lançaram na redação de evangelhos. Mateus, Marcos, João e Lucas não «empreenderam» escrever mas, cheios do Espírito Santo, escreveram efetivamente os verdadeiros Evangelhos. […]

A Igreja tem, pois, quatro evangelhos; os hereges têm-nos em grande número. […] «Muitos empreenderam compor uma narração», mas apenas quatro evangelhos foram aprovados; e é desses que devemos retirar, para trazer à luz, aquilo em que é necessário crer sobre a pessoa do Nosso Senhor e Salvador. Sei que existe um evangelho a que chamam «segundo São Tomé», um outro «segundo Matias» e lemos ainda outros tantos para não fazermos figura de ignorantes diante daqueles que imaginam saber alguma coisa quando já conhecem esses textos. Mas, em tudo isso, não aprovamos nada senão aquilo que a Igreja aprova: admitir apenas quatro evangelhos. Eis o que podemos dizer sobre o texto do prólogo de São Lucas: «Muitos empreenderam compor uma narração dos fatos que entre nós se consumaram».

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18 DE OUTUBRO

37. SÃO LUCAS EVANGELISTA

Festa

Por Francisco Fernández-Carvajal, sacerdote

– O Evangelho de São Lucas. A perfeição do nosso trabalho.

– O que o Evangelista nos transmite. O pintor da Virgem.

– Ler o Santo Evangelho com piedade.

O Evangelista São Lucas nasceu em Antioquia, no seio de uma família pagã. Era médico, como se depreende de muitos indícios, e converteu-se à fé por volta do ano 40. Acompanhou São Paulo na sua segunda viagem e esteve ao seu lado na última etapa da vida do Apóstolo. Autor do terceiro Evangelho e dos Atos dos Apóstolos, é o Evangelista que melhor nos deu a conhecer a infância de Jesus e foi ele quem registrou algumas das parábolas mais comovedoras da misericórdia divina.

I. COMO SÃO BELOS sobre os montes os passos daquele que anuncia a paz, trazendo a boa-nova e proclamando a salvação!1

Temos que agradecer hoje a São Lucas que seja para nós um bom mensageiro que anuncia a paz, que traz a boa-nova, pois foi um fiel instrumento nas mãos do Espírito Santo. Transmitiu-nos um maravilhoso Evangelho e a história da primitiva cristandade nos Atos dos Apóstolos, movido pela graça da inspiração divina, mas também mediante o esforço humano de um trabalho bem feito, pois a ajuda de Deus não suplanta o empenho humano. Ele mesmo nos diz que redigiu a sua obra depois de ter investigado diligentemente tudo desde o princípio e que o fez de forma ordenada2, não de qualquer maneira. Isto significa que procurou cuidadosamente fontes de primeira mão, muito provavelmente a Virgem, os Apóstolos e até as pessoas que ainda viviam e que foram protagonistas dos milagres, acontecimentos e relatos… Sublinha expressamente que registra essas notícias como no-las referiram os que desde o princípio foram testemunhas oculares3. O seu próprio estilo literário – assim o faz notar São Jerônimo – indica como eram seguras as fontes de que se nutriu4. Graças a esse esforço e à sua correspondência às graças que recebeu do Espírito Santo, hoje podemos ler, maravilhados, as narrativas da infância de Jesus, algumas belíssimas parábolas que apenas ele registra, como a do filho pródigo, a do bom samaritano, a do administrador infiel, a do pobre Lázaro… Também é de São Lucas o relato da aparição do Senhor ressuscitado aos dois discípulos de Emaús, um relato cheio de finura e acabado nos seus menores detalhes.

Nenhum dos Evangelistas nos mostra a misericórdia divina para com os mais necessitados como o faz São Lucas. Ressalta o amor de Jesus pelos pecadores, pois Ele veio buscar e salvar o que tinha perecido5, relata o perdão à mulher pecadora6, a refeição na casa de um pecador como Zaqueu7, o olhar de Jesus que transforma o coração de Pedro depois das negações8, a promessa do Reino ao ladrão arrependido9, a oração pelos que insultam e crucificam o Senhor no Calvário10…

As mulheres e o empenho de Jesus por devolver-lhes a sua dignidade, pouco considerada naquele tempo, ocupam um lugar muito importante no seu Evangelho: a viúva de Naim11, a pecadora arrependida12, as mulheres galiléias que põem os seus bens à disposição de Jesus e o seguem13, as visitas do Senhor a casa das duas irmãs de Betânia14, a cura de uma mulher encurvada15, as mulheres de Jerusalém que se mostram compassivas com Jesus no caminho do Calvário16…, são todas figuras mencionadas e realçadas apenas por este Evangelista.

É muito o que temos de agradecer hoje a São Lucas. Numa carta figurada ao Evangelista, escreve aquele que mais tarde seria João Paulo I: “És o único que nos oferece um relato do nascimento e infância de Cristo, cuja leitura escutamos sempre com renovada emoção no Natal. Há, sobretudo, uma frase tua que me chama a atenção: …e o enfaixou e reclinou numa manjedoura. Esta frase deu origem a todos os presépios do mundo e a milhares de quadros preciosos”17. Permitiu que acompanhássemos tantas vezes a Sagrada Família em Belém e na sua vida cotidiana entre os seus conterrâneos de Nazaré.

Podemos deter-nos hoje a considerar a perfeição humana com que o nosso trabalho deve ser realizado, ainda que aparentemente não tenha importância. As obras bem feitas permanecem e é mais fácil oferecê-las a Deus, que as acolhe como um dom. O trabalho realizado com pouco esforço, sem interesse, sem nenhum cuidado com os pormenores, não merece ser humano, e não permanecerá nem diante de Deus nem diante dos homens. Vejamos hoje como levamos a cabo as tarefas que temos entre mãos, que são o que devemos oferecer todos os dias ao Senhor.

II. O GRANDE AMOR que temos a Nossa Senhora move-nos hoje a dar graças ao santo Evangelista por ter sabido apresentar a grandeza e a formosura da alma de Maria com uma fina delicadeza. Foi por isso que lhe deram desde tempos muito remotos o título de pintor da Virgem18, e é por isso que muitos lhe atribuem a autoria de algumas imagens e pinturas de Nossa Senhora. Em qualquer caso, o seu Evangelho é fundamental para o conhecimento e a devoção à Virgem, e tem servido de inspiração a uma boa parte da arte cristã. Nenhum personagem da história evangélica – excluído Jesus, naturalmente – é descrito com tanto amor e admiração como Santa Maria.

Inspirado pelo Espírito Santo, São Lucas revela-nos os dons e a fiel correspondência da Santíssima Virgem: Ela é a cheia de graça, o Senhor está com Ela; concebeu por obra do Espírito Santo e foi Mãe de Jesus sem deixar de ser Virgem; intimamente unida ao mistério redentor da Cruz, será abençoada por todas as gerações, pois o Todo-Poderoso fez nEla grandes coisas. Com razão, uma mulher do povo louvou-a entusiasmada e de forma muito expressiva19. A sua fidelíssima correspondência é também retratada pelo Evangelista: recebe com humildade o anúncio do Arcanjo sobre a sua dignidade de Mãe de Deus; aceita rendidamente os planos divinos; apressa-se a ajudar os outros… Por duas vezes20 vemo-la a ponderar as coisas no seu coração… São conhecimentos que apenas Nossa Senhora pôde ter transmitido ao Evangelista, em momentos em que lhe abriu a sua intimidade.

Neste caminho das coisas bem feitas, acabadas com perfeição, peçamos a São Lucas que saibamos dar a conhecer à nossa volta a devoção à Virgem, a riqueza quase infinita da sua alma, como ele o fez.

III. HONREMOS A MEMÓRIA de São Lucas contemplando a atraente e alentadora figura do Salvador que ele nos apresenta. E peçamos-lhe, ao lermos e meditarmos os Atos dos Apóstolos – o Evangelho do Espírito Santo, como foi chamado –, a alegria e o espírito apostólico dos nossos primeiros irmãos na fé.

Segundo um antigo costume cristão, quando alguém se encontrava num aperto ou a braços com uma dúvida, abria o Evangelho e lia o primeiro versículo que lhe caísse debaixo dos olhos. Muitas vezes, não encontrava a resposta adequada, mas sempre encontrava paz e serenidade; tinha entrado em contacto com Jesus: Saía dEle uma virtude que curava a todos21, comenta em certa ocasião o Evangelista. E essa virtude continua a sair de Jesus sempre que entramos em contacto com Ele.

A obra de São Lucas, inspirada por Deus, ensina-nos a cultivar uma relação direta com o Senhor, anima-nos a recorrer freqüentemente à sua misericórdia, a tratá-lo como Amigo fiel que deu a sua vida por nós. Ao mesmo tempo, permite-nos entrar em cheio no mistério de Jesus, especialmente hoje que circulam tantas e tão confusas idéias sobre o tema mais transcendente para toda a humanidade desde há vinte séculos: Jesus Cristo, Filho de Deus, pedra angular, fundamento de todos os homens.

Nenhum livro tem a virtude de aproximar-nos tanto de Deus como os que foram escritos sob a própria inspiração divina. Por isso, devemos aprender no Santo Evangelho o eminente conhecimento de Jesus Cristo22, como dizia São Paulo aos Filipenses, “pois desconhecer a Escritura é desconhecer Cristo”23.

O Evangelho deve ser o primeiro livro do cristão, porque nos é imprescindível conhecer Jesus Cristo; temos de lê-lo e contemplá-lo até sabermos de cor todos os traços da figura do Senhor. “Quando abrires o Santo Evangelho, pensa que não só deves saber, mas viver o que ali se narra: obras e ditos de Cristo. Tudo, cada ponto que se relata, foi registrado, detalhe por detalhe, para que o encarnes nas circunstâncias concretas da tua existência.

“– O Senhor chamou-nos, a nós católicos, para que O seguíssemos de perto; e, nesse Texto Santo, encontras a Vida de Jesus; mas, além disso, deves encontrar a tua própria vida.

“Aprenderás a perguntar tu também, como o Apóstolo, cheio de amor: «Senhor, que queres que eu faça?…» A Vontade de Deus!, ouvirás na tua alma de modo terminante.

“Pois bem, pega no Evangelho diariamente, e lê-o e vive-o como norma concreta. – Assim procederam os santos”24.

São Lucas, que tantas vezes deve ter meditado nos episódios que relata, ensinar-nos-á a amar o Santo Evangelho, como faziam os primeiros cristãos. Nele encontraremos “o alimento da alma, a fonte límpida e perene da vida espiritual”25.

(1) Is 52, 7; Antífona de entrada da Missa do dia 18 de outubro; (2) cfr. Lc 1, 3; (3) Lc 1, 2; (4) cfr. São Jerônimo, Epístola 20, 4; (5) Lc 19, 10; (6) Lc 7, 36-50; (7) Lc 19, 1-10; (8) Lc 22, 61; (9) Lc 23, 42; (10) Lc 23, 34; (11) Lc 7, 11-17; (12) Lc 7, 36-50; (13) Lc 8, 1-3; (14) Lc 10, 38-42; (15) Lc 13, 10-17; (16) Lc 23, 27-32; (17) A. Luciani, Ilustríssimos senhores; (18) Eusébio, História eclesiástica, II, 43; (19) cfr. Sagrada Bíblia, Santos Evangelhos, Eds. Theologica, Braga, Introdução a São Lucas; (20) Lc 2, 19; 51; (21) cfr. Mc 6, 56; (22) Fil 3, 8; (23) São Jerônimo, Comentários sobre o Profeta Isaías; prol. 17; (24) São Josemaría Escrivá, Forja, n. 754; (25) Conc. Vat. II, Const. Dei Verbum, 21.

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