Leituras de 25/11/10


ANO LITÚRGICO “C” – XXXIV SEMANA DO TEMPO COMUM

Quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Verde – Ofício do Dia

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Antífona: O Senhor fala de paz a seu povo e a seus amigos e a todos os que se voltam para ele (Sl 84,9).

Oração do Dia: Levantai, Ó Deus, o ânimo dos vossos filhos e filhas, para que, aproveitando melhor as vossas graças, obtenham de vossa paternal bondade mais poderosos auxílios. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Primeira Leitura: Apocalipse 18, 1-2.21-23; 19, 1-3.9

Leitura do livro do Apocalipse de são João:

1 Depois disso, vi descer do céu outro anjo que tinha grande poder, e a terra foi iluminada por sua glória.

2 Clamou em alta voz, dizendo: Caiu, caiu Babilônia, a Grande. Tornou-se morada dos demônios, prisão dos espíritos imundos e das aves impuras e abomináveis,

21 Então um anjo poderoso tomou uma pedra do tamanho de uma grande mó de moinho e lançou-a no mar, dizendo: Com tal ímpeto será precipitada Babilônia, a grande cidade, e jamais será encontrada.
22 Já não se ouvirá mais em ti o som dos citaristas, dos cantores, dos tocadores de flauta, de trombetas. Nem se encontrará em ti artífice algum de qualquer espécie. Não se ouvirá mais em ti o ruído do moinho,
23 não brilhará mais em ti a luz de lâmpada, não se ouvirá mais em ti a voz do esposo e da esposa; porque teus mercadores eram senhores do mundo, e todas as nações foram seduzidas por teus malefícios.

1 Depois disso, ouvi no céu como que um imenso coro que cantava: Aleluia! A nosso Deus a salvação, a glória e o poder,

2 porque os seus juízos são verdadeiros e justos. Ele executou a grande Prostituta que corrompia a terra com a sua prostituição, e pediu-lhe contas do sangue dos seus servos.

3 Depois recomeçaram: Aleluia! Sua fumaça sobe pelos séculos dos séculos.
9 Ele me diz, então: Escreve: Felizes os convidados para a ceia das núpcias do Cordeiro. Disse-me ainda: Estas são palavras autênticas de Deus.

Palavra do Senhor.

Graças a Deus!

Salmo Responsorial: 100/99

São bem-aventurados os que foram convidados
Para a ceia nupcial das bodas do Cordeiro!

Aclamai o Senhor, ó terra inteira,

servi ao Senhor com alegria,

ide a ele cantando jubilosos!

Sabei que o Senhor, só ele, é Deus,

ele mesmo nos fez, e somos seus,

nós somos seu povo e seu rebanho.

Entrai por suas portas dando graças,

e em seus átrios com hinos de louvor;

dai-lhe graças, seu nome bendizei!

Sim, é bom o Senhor e nosso Deus,

sua bondade perdura para sempre,

seu amor é fiel eternamente!

Evangelho: Lucas 21, 20-28

Aleluia, aleluia, aleluia.

Levantai vossa cabeça e olhai, pois a vossa redenção se aproxima! (Lc 21,28).

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas:

20 Disse Jesus: Quando virdes que Jerusalém foi sitiada por exércitos, então sabereis que está próxima a sua ruína.

21 Os que então se acharem na Judéia fujam para os montes; os que estiverem dentro da cidade retirem-se; os que estiverem nos campos não entrem na cidade.

22 Porque estes serão dias de castigo, para que se cumpra tudo o que está escrito.

23 Ai das mulheres que, naqueles dias, estiverem grávidas ou amamentando, pois haverá grande angústia na terra e grande ira contra o povo.

24 Cairão ao fio de espada e serão levados cativos para todas as nações, e Jerusalém será pisada pelos pagãos, até se completarem os tempos das nações pagãs.

25 Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra a aflição e a angústia apoderar-se-ão das nações pelo bramido do mar e das ondas.
26 Os homens definharão de medo, na expectativa dos males que devem sobrevir a toda a terra. As próprias forças dos céus serão abaladas.
27 Então verão o Filho do Homem vir sobre uma nuvem com grande glória e majestade.

28 Quando começarem a acontecer estas coisas, reanimai-vos e levantai as vossas cabeças; porque se aproxima a vossa libertação.

Palavra da Salvação.

Glóira a Vós, Senhor!

Hão de ver o Filho do Homem! (Lc 21, 20-28)

No final do Ano Litúrgico, a Igreja orienta nosso olhar para o “fim dos tempos”. Chama nossa atenção para o grande “Dia do Senhor”. Isto é, recorda-nos o JUIZO FINAL. Sobre a nuvem, com poder e glória, vem o Senhor Jesus. E assim se completa o movimento de glorificação do Cristo, o Ungido de Deus, sinalizado na Transfiguração, iniciado em sua Ressurreição, acrescido na Ascensão ao Pai e, agora, levado a seu ponto culminante, para julgar os vivos e dos mortos.

No momento da Ascensão, Uma “nuvem” ocultou Jesus das vistas dos discípulos. (At 1, 9.) Agora, no dia do Juízo, é sobre a mesma nuvem que Cristo vem: “Este Jesus, que vos foi arrebatado para o céu, há de vir do mesmo modo como o vistes partir.” (At 1, 11.) Tal como no primeiro Êxodo, a nuvem que oculta é a mesma nuvem que revela…

Que nos ensina o “Catecismo” a respeito do Juízo Final? “A ressurreição de todos os mortos, ‘dos justos e dos injustos’ (At 24, 15), antecederá o Juízo Final. […] Então Cristo ‘virá em sua glória, e todos os anjos com Ele. E serão reunidas em sua presença todas as nações, e Ele há de separar os homens uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos… E irão estes para o castigo eterno, e os justos irão para a Vida Eterna.” (Mt 25, 31-33.46.) (Catecismo, 1038.)

E mais: “É diante de Cristo – que é a Verdade – que será definitivamente desvendada a verdade sobre a relação de cada homem com Deus. O Juízo Final há de revelar até as últimas consequências o que um tiver feito de bem ou deixado de fazer durante sua vida terrestre.” (Idem, 1039.)

Quando será? “O Juízo Final acontecerá por ocasião da volta gloriosa de Cristo. Só o Pai conhece a hora e o dia desse Juízo, só Ele decide de seu advento. Por meio de seu Filho, Jesus Cristo, Ele pronunciará então sua palavra definitiva sobre toda a história. Conheceremos então o sentido último de toda a obra da criação e de toda a economia da salvação, e compreenderemos os caminhos admiráveis pelos quais sua providência terá conduzido tudo para seu fim último. O Juízo Final revelará que a justiça de Deus triunfa de todas as injustiças cometidas por suas criaturas e que seu amor é mais forte que a morte.” (Idem, 1040.)

E todos verão o Filho do Homem…

Orai sem cessar: “O Senhor julgará o mundo com justiça.” (Sl 96 [95], 13).

Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.

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Comentário ao Evangelho do dia feito por:

Catecismo da Igreja católica §§ 668-671


Cristo voltará na Sua glória

«Cristo morreu e voltou à vida para ser Senhor dos mortos e dos vivos» (Rom 14, 9). A ascensão de Cristo aos Céus significa a Sua participação, em Sua humanidade, no poder e autoridade do próprio Deus. Jesus Cristo é Senhor: Ele possui todo o poder nos Céus e na Terra. Está «acima de todo o principado, poder, virtude e soberania», porque o Pai «tudo submeteu a Seus pés» (Ef 1, 20-22). Cristo é o Senhor do cosmos e da história. N’Ele, a história do homem e, até, a Criação inteira encontram a sua «recapitulação» (Ef 1, 10), o seu acabamento transcendente.

Como Senhor, Cristo é também a cabeça da Igreja, que é o Seu corpo. Elevado aos Céus e glorificado, tendo assim cumprido plenamente a Sua missão, continua na Terra por meio da Igreja. A redenção é a fonte da autoridade que, em virtude do Espírito Santo, Cristo exerce sobre a Igreja. «A Igreja, ou seja, o Reino de Cristo já presente em mistério», «gérmen e principio deste mesmo Reino na Terra» (LG 3.5).

Depois da ascensão, o desígnio de Deus entrou na sua consumação. Estamos já na «última hora» (1 Jo 2,18). […]

Já presente na Sua Igreja, o Reino de Cristo, contudo, ainda não está acabado «em poder e glória» (Lc 21, 27) pela vinda do Rei à terra. Este Reino ainda é atacado pelos poderes do mal, embora estes já fossem potencialmente vencidos pela Páscoa de Cristo. Até que tudo Lhe tenha sido submetido, «enquanto não se estabelecem os novos céus e a nova terra, em que habita a justiça, a Igreja peregrina, nos seus sacramentos e nas suas instituições, que pertencem à presente ordem temporal, leva a imagem passageira deste mundo e vive no meio das criaturas que gemem e sofrem as dores do parto, esperando a manifestação dos filhos de Deus» (LG 48). Por este motivo, os cristãos oram, sobretudo na Eucaristia, para que se apresse o regresso de Cristo, dizendo-Lhe: «Vem, Senhor» (1Cor 16, 22; Ap 22, 17.20).

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TEMPO COMUM. TRIGÉSIMA QUARTA SEMANA. QUINTA-FEIRA

95. BENDIZEI TODOS O SENHOR

Por Francisco Fernández-Carvajal, sacerdote

– Toda a natureza louva o Senhor. O Trium puerorum.

– Preparação e ação de graças da Missa.

– Jesus veio visitar-nos na Comunhão. Empregar todos os meios para recebê-lo bem.

I. ORVALHO E GEADAS, bendizei o Senhor. / Gelos e frios, bendizei o Senhor. / Luz e trevas, bendizei o Senhor…1

Uma das Leituras destes dias narra-nos diversas passagens do Livro de Daniel, e os Salmos responsoriais trazem-nos o belíssimo cântico chamado dos três jovens (Trium puerorum), utilizado na Igreja desde a antigüidade como hino de ação de graças, introduzido na Santa Missa, e depois fora dela, para fomentar a piedade dos fiéis2.

Quando os três jovens judeus foram condenados a morrer num forno ardente por se terem negado a adorar a estátua de ouro erigida pelo rei Nabucodonosor, oraram ao Deus de seus pais, ao Deus da Aliança, que manifestara a sua santidade e magnificência em tantos prodígios, e cantaram esse hino que soa “como uma chamada dirigida às criaturas para que proclamem a glória de Deus Criador”3; esta glória está sobretudo no próprio Deus; depois, mediante a obra da Criação, brota do próprio seio da Divindade e “de certo modo transfere-se para fora: para as criaturas do mundo visível e do mundo invisível, conforme o seu grau de perfeição”4.

O hino começa com um convite a todas as criaturas para que se dirijam ao Criador: Obras do Senhor, bendizei todas o Senhor; louvai-o e exaltai-o por todos os séculos. Os anjos do céu iniciam o louvor. Depois, os céus, onde está a chuva5, e todos os corpos celestes, o sol e a lua, as estrelas, as chuvas, os ventos, o fogo e o calor, os orvalhos e as geadas, os gelos e os frios, as neves, as noites e os dias, a luz e as trevas, os relâmpagos e as nuvens são convidados a louvar o Senhor. A terra com os seus montes e outeiros, as suas fontes, os seus mares e rios, os cetáceos e peixes e tudo o que se move nas águas; as aves do céu, os rebanhos e os animais selvagens, todos são instados a bendizer o Senhor.

O homem, rei da criação, aparece em último lugar, e nesta ordem: todos os homens em geral, o povo de Israel, os sacerdotes, os ministros do Senhor, o povo judeu, os justos, os santos e humildes de coração. Por último, os próprios jovens judeus fiéis ao Senhor (Ananias, Azarias e Misael) são chamados a cantar os louvores ao Criador6.

Para a ação de graças depois da Santa Missa, acrescentou-se há muito tempo a este cântico o Salmo 150, o último do Saltério, em que também se convocam todos os seres vivos para que bendigam o Senhor. Laudate Dominum in sanctis eius… Louvai o Senhor no seu santuário, louvai-o no seu augusto firmamento. Louvai-o pelas suas obras grandiosas, louvai-o pela sua excelsa majestade. Louvai-o com timbales e com danças, com instrumentos de corda e com o órgão, com címbalos… Tudo o que respira louve o Senhor.

A nossa vida cristã deve ser toda ela um vibrante cântico de louvor, cheio de adoração, ação de graças e entrega amorosa. Por isso, na ação de graças após a Comunhão, enquanto temos o Senhor do Céu e da terra no nosso coração, unimo-nos a todo o universo no seu pregão de agradecimento ao Criador.

II. TODA A NOSSA VIDA é um tempo de alegria e de louvor a Deus. Para darmos graças ao Senhor, especialmente depois de termos comungado, podemos unir-nos interiormente a todas as criaturas que, cada uma conforme o seu ser, manifestam o seu júbilo ao Senhor. “Temos que cantar desde agora – comenta Santo Agostinho –, porque o louvor a Deus será a nossa felicidade durante a eternidade e ninguém será apto para essa ocupação futura se não se exercitar louvando nas condições da vida presente. Cantemos o Aleluia, dizendo uns aos outros: louvai o Senhor; e assim preparamos o tempo do louvor que virá depois da ressurreição”7. Louvai o Senhor…! Unimo-nos alegremente a todos os seres da terra, e aos santos, e “com os anjos e os arcanjos, e com todos os coros celestiais, cantamos sem cessar um hino à vossa glória…”8

Adoro-Vos com devoção, Deus escondido9, dizemos a Jesus na intimidade do nosso coração depois de termos comungado. Nesses momentos, temos de conter a nossa impaciência por chegar ao trabalho ou a casa, e permanecer recolhidos com Deus que nos visita. Não existe nada no mundo que seja mais importante do que prestar essa honra ao nosso Hóspede. Se formos generosos com o Senhor e passarmos sossegadamente na sua companhia esses dez minutos após a Comunhão, chegará um tempo – talvez já tenha chegado – em que esperaremos com impaciência a nova oportunidade de assistir à Santa Missa e de comungar. As pessoas que em todos os tempos estiveram perto de Deus esperaram com impaciência esse momento. Assim acontecia com o Beato Josemaría Escrivá: durante a manhã, agradecia a Missa que tinha celebrado e, de tarde, preparava a Missa do dia seguinte. E era tal o seu amor que, mesmo durante a noite, quando o seu sono se interrompia, o seu pensamento se dirigia para a Santa Missa que ia celebrar no dia seguinte e, com o pensamento, o desejo de glorificar a Deus através daquele Sacrifício único. Assim o trabalho e os sacrifícios, as jaculatórias e as comunhões espirituais, os pormenores de caridade ao longo da jornada convertiam-se em preparação ou obséquio de ação de graças10.

Examinemos hoje com que amor assistimos à Santa Missa e que atenção e esmero pomos nesses minutos em que estamos a sós com o Senhor. É uma delicadeza que nunca devemos deixar de ter com Ele.

III. O EVANGELHO DA MISSA11 recorda-nos a vinda gloriosa de Cristo no fim dos tempos: E haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas, e na terra consternação dos povos pela confusão do bramido do mar e das ondas, mirrando-se os homens de susto na expectativa do que virá sobre todo o mundo; porque as virtudes do céu se abalarão. E então verão o Filho do homem vir sobre uma nuvem com grande poder e majestade.

Agora, na Comunhão, o próprio Filho do homem chega ao nosso coração para nos fortalecer e cumular de paz. Vem como o Amigo há tanto tempo esperado. E temos que recebê-lo como o fizeram os seus amigos: com a atenção de Maria de Betânia, com a alegria com que Zaqueu o acolheu em sua casa… “Parece que esse é o modo adequado de proceder: se recebemos a visita de um amigo, de um convidado, atendemo-lo, isto é, conversamos com ele, acompanhamo-lo. Não o deixamos na sala de visitas com um jornal na mão, para que se vá entretendo até que nos convenha atendê-lo. Sem dúvida, seria de muito má educação. E se a pessoa que nos visita fosse tão importante que o simples fato de vir a nossa casa representasse uma honra muito além da nossa condição e mérito, então a desatenção não seria apenas uma falta de educação, mas uma grosseria inqualificável”12.

Temos que tratar bem Jesus, que deseja tanto visitar-nos na nossa pobre casa. “E Sua Majestade não costuma pagar mal a hospedagem, se o atendemos bem”13. É uma boa ocasião de unir-nos a toda a Criação para louvar e dar graças ao Criador que, humilde, permanece sacramentalmente no nosso coração durante esses minutos.

A Igreja, sempre boa Mãe, aconselhou aos seus filhos umas orações que têm alimentado a piedade de tantos cristãos e que nos podem também ajudar a dirigir-nos a Jesus, especialmente quando nos sentimos pobres de palavras: o hino Adoro te devote, o Trium puerorum, a Oração a Jesus Crucificado, as Invocações ao Santíssimo Redentor… Se ao comungar, procuramos ter à mão algum devocionário ou um Missal dos fiéis, disporemos de uma boa ajuda para aproveitar esse tempo que tanto irá influir em todo o nosso dia. Muitas vezes, a jornada depende desses minutos junto de Jesus Sacramentado.

Não deixemos de empregar todos os meios ao nosso alcance para melhorarmos as nossas disposições antes e depois de comungar. Qualquer esforço que ponhamos é sempre amplamente recompensado.

“Quando receberes o Senhor na Eucaristia, agradece-lhe com todas as veras da tua alma essa bondade de estar contigo.

“– Não te detiveste a considerar que passaram séculos e séculos, até que viesse o Messias? Os patriarcas e os profetas pediam, com todo o povo de Israel: – A terra tem sede, Senhor, vem!

“– Oxalá seja assim a tua espera de amor”14.

(1) Dan 3, 68 e segs.; Salmo responsorial da Missa da quinta-feira da trigésima quarta semana do Tempo Comum, ano I; (2) cfr. A. G. Martimort, La Iglesia en oración, 3ª ed., Herder, Barcelona, 1987, pág. 168; (3) João Paulo II, Audiência geral, 12.03.86; (4) ibid.; (5) cfr. Gên 1, 7; (6) cfr. B. Orchard e outros, Verbum Dei, vol. II, notas a Dan 3, 51-90; (7) Santo Agostinho, Comentário aos Salmos; (8) Missal Romano, Prefácio da Missa; (9) Hino Adoro te devote; (10) cfr. Federico Suárez, El sacrificio del altar, pág. 280; (11) Lc 21, 20-28; (12) Federico Suárez, El sacrificio del altar, pág. 274; (13) Santa Teresa, Caminho de perfeição; (14) São Josemaría Escrivá, Forja, n. 991.

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