Leituras 05/12/10


ANO LITÚRGICO “A” – II SEMANA DO ADVENTO

Domingo, 5 de dezembro de 2010

Roxo – Creio – Prefácio do Advento I – II Semana do Saltério

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Antífona: Povo de Sião, o Senhor vem para salvar as nações! E, na alegria do vosso coração, soará majestosa a sua voz (Is 30,19.30).

Oração do Dia: Ó Deus todo-poderoso e cheio de misericórdia, nós vos pedimos que nenhuma atividade terrena nos impeça de correr ao encontro do vosso Filho, mas, instruídos pela vossa sabedoria, participemos da plenitude de sua vida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Primeira Leitura: Isaías 11, 1-10

Leitura do livro do profeta Isaías:

Naqueles dias, 1 um renovo sairá do tronco de Jessé, e um rebento brotará de suas raízes.
2 Sobre ele repousará o Espírito do Senhor, Espírito de sabedoria e de entendimento, Espírito de prudência e de coragem, Espírito de ciência e de temor ao Senhor.
3 (Sua alegria se encontrará no temor ao Senhor.) Ele não julgará pelas aparências, e não decidirá pelo que ouvir dizer;
4 mas julgará os fracos com eqüidade, fará justiça aos pobres da terra, ferirá o homem impetuoso com uma sentença de sua boca, e com o sopro dos seus lábios fará morrer o ímpio.
5 A justiça será como o cinto de seus rins, e a lealdade circundará seus flancos.
6 Então o lobo será hóspede do cordeiro, a pantera se deitará ao pé do cabrito, o touro e o leão comerão juntos, e um menino pequeno os conduzirá;
7 a vaca e o urso se fraternizarão, suas crias repousarão juntas, e o leão comerá palha com o boi.
8 A criança de peito brincará junto à toca da víbora, e o menino desmamado meterá a mão na caverna da áspide.
9 Não se fará mal nem dano em todo o meu santo monte, porque a terra estará cheia de ciência do Senhor, assim como as águas recobrem o fundo do mar.
10 Naquele tempo, o rebento de Jessé, posto como estandarte para os povos, será procurado pelas nações e gloriosa será a sua morada.

Palavra do Senhor.
Graças a Deus!


Salmo Responsorial: 72/71

Nos seus dias, a justiça florirá.

Dai ao rei vossos poderes, Senhor Deus,
vossa justiça ao descendente da realeza!
Com justiça ele governe o vosso povo,
com eqüidade ele julgue os vossos pobres.

Nos seus dias a justiça florirá
e grande paz, até que a lua perca o seu brilho!
De mar a mar estenderá o seu domínio,
e desde o rio até os confins de toda a terra!

Libertará o indigente que suplica
e o pobre ao qual ninguém quer ajudar.
Terá pena do indigente e do infeliz,
e a vida dos humildes salvará.

Seja bendito o seu nome para sempre.
E que dure como o sol sua memória!
Todos os povos serão nele abençoados,
todas as gentes cantarão o seu louvor!

Segunda Leitura: Romanos 15, 4-9

Leitura da carta de são Paulo aos Romanos:

4 Ora, tudo quanto outrora foi escrito, foi escrito para a nossa instrução, a fim de que, pela perseverança e pela consolação que dão as Escrituras, tenhamos esperança.

5 O Deus da perseverança e da consolação vos conceda o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Jesus Cristo,

6 para que, com um só coração e uma só voz, glorifiqueis a Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.

7 Por isso, acolhei-vos uns aos outros, como Cristo nos acolheu para a glória de Deus.

8 Pois asseguro que Cristo exerceu seu ministério entre os incircuncisos para manifestar a veracidade de Deus pela realização das promessas feitas aos patriarcas.

9 Quanto aos pagãos, eles só glorificam a Deus em razão de sua misericórdia, como está escrito: “Por isso, eu vos louvarei entre as nações e cantarei louvores ao vosso nome”.

Palavra do Senhor.

Graças a Deus!

Evangelho: Mateus 3, 1-12

Aleluia, aleluia, aleluia.

Preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas! Toda carne há de ver a salvação que vem de Deus! (Lc 3,4.6).

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus:

1 Naqueles dias, apareceu João Batista, pregando no deserto da Judéia.
2 Dizia ele: “Fazei penitência porque está próximo o Reino dos céus”.

3 Este é aquele de quem falou o profeta Isaías, quando disse: “Uma voz clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas!”.

4 João usava uma vestimenta de pêlos de camelo e um cinto de couro em volta dos rins. Alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre.

5 Pessoas de Jerusalém, de toda a Judéia e de toda a circunvizinhança do Jordão vinham a ele.

6 Confessavam seus pecados e eram batizados por ele nas águas do Jordão.
7 Ao ver, porém, que muitos dos fariseus e dos saduceus vinham ao seu batismo, disse-lhes: “Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da cólera vindoura?

8 Dai, pois, frutos de verdadeira penitência.

9 Não digais dentro de vós: ´Nós temos a Abraão por pai!´ Pois eu vos digo: Deus é poderoso para suscitar destas pedras filhos a Abraão.
10 O machado já está posto à raiz das árvores: toda árvore que não produzir bons frutos será cortada e lançada ao fogo.

11 Eu vos batizo com água, em sinal de penitência, mas aquele que virá depois de mim é mais poderoso do que eu e nem sou digno de carregar seus calçados. Ele vos batizará no Espírito Santo e em fogo.

12 Tem na mão a pá, limpará sua eira e recolherá o trigo ao celeiro. As palhas, porém, queimá-las-á num fogo inextinguível”.

Palavra da Salvação.

Glória a Vós, Senhor!

Voz no deserto… (Mt 3, 1-12)

Em geral, quando se fala em uma “voz que clama no deserto”, vem à nossa mente uma impressão de “inutilidade”: de quê adianta gritar no deserto, onde não há ninguém para ouvir? É muito mais prático, pragmático e funcional anunciar mensagens na cidade, onde há gente para ouvir…

Pois entendemos mal. O “deserto” é um espaço aberto. O deserto é, no mínimo, o “silêncio necessário” para que a mensagem de Deus chegue aos nossos corações. Muito ao contrário, na turbulência urbana, na cacofonia do trânsito e da TV, ninguém tem ouvidos para a mensagem que os profetas se esgoelam para transmitir!

Neste tempo de Advento, a liturgia da Igreja nos convida a “fazer deserto” em nosso interior. E o Evangelho de hoje nos confronta com a figura ímpar de João Batista, “o maior entre os nascidos de mulher” (cf. Mt 11, 11). E os detalhes do texto merecem nossa atenção. O Batizador se alimenta de gafanhotos e mel silvestre (para alguns exegetas, resinas que escorrem das árvores). De qualquer modo, alimentos “naturais”, não-plantados, comida que é “dada” pelo Criador sem o trabalho do homem. Símbolos de uma vida na total dependência de Deus.

E mais: João se veste de couro: a mesma veste de misericórdia que o Criador fabricara no Éden, para proteger o primeiro casal, agora exposto às intempéries de um mundo tornado hostil pelo pecado. É preciso ler nos profetas, vestidos de couro, a mensagem de um Deus que deseja perdoar e salvar. É preciso desviar os olhos do “machado posto à raiz” e fixar os olhares no gesto amoroso de um Deus que ama seus filhos.

O convite à penitência é, então, mera consequência. Penitência não é humilhação. É abertura à graça e ao perdão. Os gestos penitenciais – como o “batismo” de João, nas águas do Jordão – significam nossa disposição de acolher o perdão, a reconciliação, a vida nova e, acima de tudo, o “batismo no Espírito Santo e no fogo” (Mt 3, 11).

O mesmo Deus que pode mudar pedras em filhos de Abraão (cf. Mt 3, 9), tem a intenção de transfigurar nossa carne adâmica na imagem de Cristo ressuscitado. E isto é obra do Espírito Santo. Aquele Espírito que fez a Virgem fecunda e nos deu o Menino do Natal.

E nós? Também queremos renascer do Espírito de Deus?

Orai sem cessar: “O Senhor muda o deserto em lençol d’água!” (Sl 107, 35)

Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.

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Comentário ao Evangelho do dia feito por:

Orígenes (c. 185-253), presbítero e teólogo

Homilias sobre São Lucas 22, 4 (a partir da trad. SC 87, p. 303 rev.)

«Preparai o caminho do Senhor, endireitai as Suas veredas»

João Batista dizia: «Toda a ravina será preenchida» (Lc 3,5), mas não foi ele quem preencheu todos os vales, foi o Senhor, nosso Salvador. […] «E os caminhos tortuosos ficarão direitos». Cada um de nós era tortuoso […] e foi a vinda de Cristo, realizada na nossa alma, que endireitou tudo o que o era. Nada havia de mais irremediável do que vós. Considerai os desejos desregrados de outrora, o vosso arrebatamento e todas as outras más inclinações, e vede se desapareceram de vez – compreendereis que nada havia de mais impraticável do que vós ou até, para usar uma expressão mais forte, de mais tosco. A vossa conduta era tosca, assim como as vossas palavras e obras.

Mas o Senhor, o meu Jesus, veio aplainar as vossas rugosidades e transformar todo esse caos numa estrada plana para fazer de vós um caminho sem sobressaltos, perfeitamente liso e todo cuidado, para que Deus Pai possa andar em vós e Cristo Senhor possa em vós morar e dizer: «O Meu Pai e Eu viremos a ele e nele faremos morada» (Jo 14, 23).

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TEMPO DO ADVENTO. SEGUNDO DOMINGO

8. O PRECURSOR: PREPARAI OS CAMINHOS DO SENHOR

Por Francisco Fernández-Carvajal, sacerdote

– A vocação do Batista. A sua figura no Advento.

– Humildade de João Batista. Necessidade desta virtude para o apostolado.

– Nós somos testemunhas e precursores. Apostolado com as pessoas das nossas relações.

I. POVO DE SIÃO, o Senhor vem salvar as nações. E, na alegria do vosso coração, soará majestosa a sua voz1.

O Senhor vem… O Salvador está para chegar e ninguém percebe nada. O mundo continua, como de costume, na indiferença mais completa. Só Maria sabe da boa nova, bem como José, que foi avisado pelo anjo. O mundo está às escuras: Cristo está ainda no seio de Maria. E os judeus continuam a falar sobre o Messias, sem suspeitar que está tão perto. Poucos esperam a consolação de Israel: Simeão, Ana… Estamos no Advento, em plena espera.

É neste tempo litúrgico que a Igreja propõe à nossa meditação a figura de João, o Batista. Este é aquele de quem falou o profeta Isaías dizendo: Voz do que clama no deserto: preparai os caminhos do Senhor, endireitai as suas veredas2.

A vinda do Messias foi precedida no Antigo Testamento por Profetas que anunciavam de longe a sua chegada, à semelhança dos arautos que anunciavam a chegada de um grande rei. No Novo, “João aparece como a linha divisória entre os dois Testamentos. O próprio Senhor indica de algum modo quem é João, quando diz: A lei e os profetas até João Batista. É a personificação dos tempos antigos e o anúncio dos novos. Como representante dos tempos antigos, nasce de pais anciãos; como arauto dos tempos novos, mostra-se já profeta no seio de sua mãe. Ainda não nasceu, e já salta de alegria dentro de sua mãe quando Santa Maria a visita3. João foi chamado o Profeta do Altíssimo porque a sua missão foi ir à frente do Senhor para preparar os seus caminhos, ensinando a ciência da salvação ao seu povo”4.

Toda a essência da vida de João, desde o seio materno, esteve subordinada a essa missão. Esta seria a sua vocação: preparar para Jesus um povo capaz de receber o Reino de Deus e, por outro lado, dar testemunho público dEle. João não desempenhará essa missão à procura de uma realização pessoal, mas concentrando-se em preparar para o Senhor um povo perfeito. Não se dedicará a ela por gosto pessoal, mas por ter sido concebido para isso. E realizá-la-á até o fim, até dar a vida no cumprimento da sua vocação.

Foram muitos os que conheceram Jesus graças ao trabalho apostólico do Batista. Os primeiros discípulos seguiram Jesus por indicação expressa dele e muitos outros se prepararam interiormente para segui-lo graças à sua pregação.

A vocação abarca a vida inteira e leva a fazer girar tudo em torno da missão divina. Cada homem, no seu lugar e dentro das suas próprias circunstâncias, tem uma vocação dada por Deus; de que ela se cumpra dependem muitas outras coisas queridas pela vontade divina: “De que tu e eu nos portemos como Deus quer – não o esqueças – dependem muitas coisas grandes”5.

II. PLENAMENTE CONSCIENTE da missão que lhe foi confiada, João sabe que, diante de Cristo, não é digno sequer de desatar-lhe as sandálias6, coisa de que costumava encarregar-se o último dos criados; não se envergonha de afirmar que, perante Jesus, ele não tem a menor importância. Nem sequer se define a si próprio de acordo com a sua ascendência sacerdotal. Não diz: “Eu sou João, filho de Zacarias, da tribo sacerdotal de…” Antes pelo contrário, quando lhe perguntam: Quem és tu?, diz: Eu sou a voz que clama no deserto: Preparai os caminhos do Senhor, endireitai as suas veredas. Ele não é mais do que a voz, a voz que anuncia Jesus. Essa é a sua missão, a sua vida, a sua personalidade. Todo o seu ser está definido em função de Jesus, como teria que acontecer na nossa vida, na vida de qualquer cristão. O importante da nossa vida é Jesus.

À medida que Cristo se vai manifestando, João procura ficar em segundo plano, ir desaparecendo. Serão precisamente os seus melhores discípulos os que, por sua indicação, haverão de seguir o Mestre no começo da sua vida pública. Eis o Cordeiro de Deus, dirá a João e a André, apontando para Jesus que passava. Com grande delicadeza, desprender-se-á daqueles que o seguem para deixá-los ir em seguimento de Cristo. João Batista “perseverou na santidade porque se conservou humilde no seu coração”7; por isso mereceu também aquele extraordinário louvor do Senhor: Em verdade vos digo que, entre os nascidos de mulher, não apareceu um que fosse maior que João8.

O Precursor indica-nos também a nós o caminho que devemos seguir. Na ação apostólica pessoal – enquanto preparamos os nossos amigos para que encontrem o Senhor –, devemos procurar não ser o centro. O importante é que Cristo seja anunciado, conhecido e amado. Só Ele tem palavras de vida eterna, só nEle se encontra a salvação. A atitude de João é uma enérgica advertência contra o desordenado amor próprio, que sempre nos incita a colocar-nos indevidamente em primeiro plano. Uma preocupação de singularidade, a ânsia de sermos protagonistas, não deixaria lugar para Jesus. Sem humildade, não poderíamos aproximar os nossos amigos de Deus. E então a nossa vida ficaria vazia.

III. NÓS NÃO SOMOS apenas precursores; somos também testemunhas de Cristo. Recebemos com a graça batismal e a Confirmação o honroso dever de confessar a fé em Cristo com as nossas ações e com a nossa palavra. Para podermos cumprir essa missão, recebemos freqüentemente, e mesmo diariamente, o alimento divino do Corpo de Jesus; e os sacerdotes prodigalizam-nos a graça sacramental e cuidam de instruir-nos com o ensinamento da Palavra divina.

Tudo o que possuímos é tão superior aos meios de que João dispunha, que o próprio Jesus pôde dizer que o menor no Reino de Deus é maior do que João. No entanto, que diferença! Jesus está a ponto de chegar e João vive fundamentalmente para ser o Precursor. Nós somos testemunhas, mas que tipo de testemunhas? Como é o nosso testemunho cristão entre os nossos colegas, na família? Tem força suficiente para persuadir os que ainda não crêem em Jesus, os que não o amam, os que têm uma idéia falsa a seu respeito? A nossa vida é uma prova, ou ao menos uma presunção, a favor da verdade do cristianismo? São perguntas que poderiam ajudar-nos a viver este Advento, um tempo a que não pode faltar a dimensão apostólica.

Temos que dar testemunho e, ao mesmo tempo, apontar aos outros o caminho. “Grande é a nossa responsabilidade, porque ser testemunha de Cristo implica, antes de mais nada, procurar comportar-se segundo a sua doutrina, lutar para que a nossa conduta recorde Jesus e evoque a sua figura amabilíssima. Temos que conduzir-nos de tal maneira que, ao ver-nos, os outros possam dizer: este é cristão porque não odeia, porque sabe compreender, porque não é fanático, porque está acima dos instintos, porque é sacrificado, porque manifesta sentimentos de paz, porque ama”9.

Talvez o mundo de hoje, em muitos casos, também não espere nada, como outrora não esperava o Messias. Ou talvez olhe em outra direção, donde não virá ninguém. Muitos se acham debruçados sobre os bens materiais como se fossem o seu último fim; mas com eles jamais satisfarão o seu coração. Temos que apontar-lhes o caminho. A todos. “Sabeis – diz-nos Santo Agostinho – o que cada um de vós tem que fazer em casa, com o amigo, com o vizinho, com os dependentes, com o superior, com o inferior. Sabeis também de que modo Deus oferece as ocasiões, de que maneira abre a porta com a sua palavra. Não queirais, pois, viver tranqüilos até conquistá-los para Cristo, porque vós fostes conquistados por Cristo”10.

A nossa família, os amigos, os colegas de trabalho, as pessoas que vemos com freqüência devem ser os primeiros a beneficiar-se do nosso amor por Deus. Com o exemplo e com a oração, devemos chegar até mesmo àqueles com quem não temos ocasião de falar habitualmente.

A nossa grande alegria será termos aproximado de Jesus, como fez o Batista, muitos que estavam longe ou se mostravam indiferentes, sem perdermos de vista que é a graça de Deus, não as nossas forças humanas, que consegue levar as almas ao Senhor. E como ninguém dá o que não tem, torna-se mais urgente um esforço por crescer em vida interior, de forma que o amor superabundante de Deus possa extravasar do nosso coração e contagiar todos os que passam ao nosso lado.

A Rainha dos Apóstolos aumentará os nossos anseios e o nosso esforço por aproximar as almas do seu Filho, na certeza de que nenhum esforço é vão diante dEle.

(1) Cfr. Is 30, 19-30; Antífona de entrada da Missa do segundo domingo do Advento; (2) Mt 3, 3; (3) cfr. Lc 1, 76-77; (4) Santo Agostinho, Sermão 293, 2; (5) São Josemaría Escrivá, Caminho, n. 755; (6) cfr. Mt 3, 11; (7) São Gregório Magno, Tratado sobre o Evangelho de São Lucas, 20, 5; (8) Mt 11, 11; (9) São Josemaría Escrivá, É Cristo que passa, n. 122; (10) Santo Agostinho, Tratado sobre o Evangelho de São João, 10, 9.

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