Leituras de 18/01/11


ANO LITÚRGICO “A” – II SEMANA DO TEMPO COMUM

Terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Verde – Ofício do Dia

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Antífona: Que toda a terra se prostre diante de vós, ó Deus, e cante louvores ao vosso nome, Deus altíssimo! (Sl 65,4).


Oração do Dia:
Deus eterno e todo-poderoso, que governais o céu e a terra, escutai com bondade as preces do vosso povo e dai ao nosso tempo a vossa paz. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.


Primeira Leitura: Hebreus 6, 10-20

Leitura da carta aos Hebreus:

Irmãos, 610 Deus não é injusto e não esquecerá vossas obras e a caridade que mostrastes por amor de seu nome, vós que servistes e continuais a servir os santos.
11 Desejamos, apenas, que ponhais todo o empenho em guardar intata a vossa esperança até o fim,
12 e que, longe de vos tornardes negligentes, sejais imitadores daqueles que pela fé e paciência se tornam herdeiros das promessas.
13 Quando Deus fez a promessa a Abraão, como não houvesse ninguém maior por quem jurar, jurou por si mesmo,
14 dizendo: “Em verdade eu te abençoarei, e multiplicarei a tua posteridade”.
15 E Abraão, esperando com paciência, alcançou a realização da promessa.
16 Os homens, com efeito, juram por quem é maior do que eles, e o juramento serve de garantia e põe fim a toda controvérsia.
17 Por isso, querendo Deus mostrar mais seguramente aos herdeiros da promessa a imutabilidade da sua resolução, interpôs o juramento.
18 Por este ato duplamente irrevogável, pelo qual o próprio Deus se proibia de desdizer-se, encontramos motivo de profunda consolação, nós que pusemos nossa perspectiva em alcançar a esperança proposta.
19 Esperança esta que seguramos qual âncora de nossa alma, firme e sólida, e que penetra até além do véu, no santuário
20 onde Jesus entrou por nós como precursor, Pontífice eterno, segundo a ordem de Melquisedec.

Palavra do Senhor.

Graças a Deus!


Salmo Responsorial: 111/110

O Senhor se lembra sempre da aliança.

Eu agradeço a Deus de todo o coração,

junto com todos os seus justos reunidos!

Que grandiosas são as obras do Senhor,

elas merecem todo o amor e admiração!

O Senhor bom e clemente nos deixou

a lembrança de suas grandes maravilhas.

Ele dá o alimento aos que o temem

e jamais esquecerá sua aliança.

Enviou libertação para o seu povo,

confirmou sua aliança para sempre.

Seu nome é santo e é digno de respeito.

Permaneça eternamente o seu louvor.

Evangelho: Marcos 2, 23-28

Aleluia, aleluia, aleluia.

Que o Pai do Senhor Jesus Cristo vos dê do saber o Espírito, para que conheçais a esperança reservada para vós como herança! (Ef 1,17s).

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos:

223 Num dia de sábado, o Senhor caminhava pelos campos e seus discípulos, andando, começaram a colher espigas.

24 Os fariseus observaram-lhe: “Vede! Por que fazem eles no sábado o que não é permitido?” Jesus respondeu-lhes:

25 “Nunca lestes o que fez Davi, quando se achou em necessidade e teve fome, ele e os seus companheiros?

26 Ele entrou na casa de Deus, sendo Abiatar príncipe dos sacerdotes, e comeu os pães da proposição, dos quais só aos sacerdotes era permitido comer, e os deu aos seus companheiros.”

27 E dizia-lhes: “O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado;

28 e, para dizer tudo, o Filho do homem é senhor também do sábado.”

Palavra da Salvação.

Glória a Vós, Senhor!

Por causa do homem… (Mc 2, 23-28)

Sim, o sábado foi feito por causa do homem. Afinal, Deus não se cansa, não precisa repousar, não precisa do sábado. O “sétimo dia” – o shabbat, uma pausa após seis dias de trabalho – foi dado ao homem pelo Criador para ritmar sua vida neste planeta, alternando o tempo de trabalho (quando o homem corre o risco de se mudar em escravo) e o tempo de descanso, de culto e de ação de graças (quando o homem recupera sua condição de liberdade).

No fundo, toda a Lei foi feita “por causa do homem”. Na tradução latina de São Jerônimo, “propter hominem”. Qualquer dos mandamentos do Decálogo visa ao bem da pessoa humana, impedindo que seja roubada, assassinada, abandonada pelos filhos, fraudada, dominada por falsos deuses ou transformada em besta de carga.

Ali onde a Lei foi abolida (como no regime socialista soviético, ou no regime nazista alemão, ou no capitalismo selvagem), os homens foram escravizados, tratados como anônima massa de mão-de-obra, impedidos de prestar culto a Deus e transformados em bucha de canhão. Sem a Lei de Deus, perdemos a liberdade.

Isto vale também como freio para excessos cometidos sob a aparência de “religião”, como nas seitas que proíbem a transfusão de sangue com base em uma leitura fundamentalista da Escritura. A Igreja Católica, ao mesmo tempo que preserva o Dia do Senhor, sempre entendeu que há certas atividades, essenciais para a vida social que não podem ser interrompidas mesmo no Domingo, como o trabalho os médicos de plantão, dos motoristas dos coletivos, etc. Aliás, o Domingo é exatamente o dia em que os sacerdotes estão mais ocupados em seu trabalho e nem por isso quebram o mandamento de guardar o Shabbat.(Cf. Mt 12, 5.) Do mesmo modo, enfermos e idosos ficam dispensados do preceito da missa dominical.

A religião deve ser libertadora. Não pode ser reduzida a uma camisa-de-força, uma espécie de molde rígido onde as pessoas devem entrar espremidas, forçadas, engessadas. Do contrário, corremos o risco do farisaísmo, quando as aparências são mantidas, mas o coração fica longe de Deus. Tal como os fariseus do tempo de Jesus, que declaravam “corban”, isto é, consagrados a Deus, os bens que possuíam, para assim ficarem desobrigados de socorrer os próprios pais em suas necessidades.

E minha vida? Também é “por causa do homem”?

Orai sem cessar: “Por meus irmãos e meus amigos, digo:

‘Reine a Paz sobre ti!’” (Sl 122 [121], 8)


Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.

santini@novaalianca.com.br www.novaalianca.com.br

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Comentário ao Evangelho do dia feito por:

Afraate (?- c. 345), monge e bispo perto de Mossul, Santo da Igrejas Ortodoxas
Exposições, n°13, 1-2.13 (a partir da trad. SC 359, pp. 589ss.)

O Senhor do sábado

Por intermédio de Moisés, Seu servo, o Senhor pediu aos filhos de Israel que observassem o sábado. Disse-lhes: «Trabalharás durante seis dias e farás todo o teu trabalho. Mas o sétimo dia é o sábado consagrado ao Senhor, teu Deus» (Ex 20, 9-10). […] E avisou-os : «Não farás trabalho algum, tu, o teu filho e a tua filha, o teu servo e a tua serva, os teus animais». E até acrescentou: «O mercenário e o estrangeiro repousarão igualmente, assim como todos os animais que penam ao teu serviço» (cf. Ex 23, 12). […] O sábado não foi imposto como uma prova, uma escolha entre a vida e a morte, entre a justiça e o pecado, como os outros preceitos pelos quais o homem pode viver ou morrer. Não: o sábado, nessa altura, foi dado ao povo tendo em vista o descanso – não apenas dos homens, como também dos animais. […]

Agora escuta qual é o sábado que agrada a Deus. Isaías disse: «Deixem descansar os fatigados» (28, 12). E também: «Os […] que guardaram os Meus sábados [sem os profanar] são os que escolheram o que Me é agradável e se afeiçoaram à Minha aliança» (56, 4). […] O sábado não traz qualquer benefício aos maus, aos assassinos, aos ladrões. Mas àqueles que optam por aquilo que agrada a Deus e guardam as suas mãos do mal, nesses, habita Deus; Ele faz deles Sua morada, segundo a Sua palavra: «Habitarei e andarei no meio deles» (Lv 26, 11-12; 2Cor 6, 16). […] Portanto, guardemos fielmente o sábado do Senhor, quer dizer, aquilo que agrada ao Seu coração. Assim entraremos no sábado do grande repouso, no sábado do céu e da terra em que toda a criatura repousará.

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OITAVÁRIO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS

18 DE JANEIRO. PRIMEIRO DIA DO OITAVÁRIO

4. JESUS CRISTO FUNDOU UMA SÓ IGREJA

– Vontade de Cristo de fundar uma só Igreja.

– A oração de Jesus pela unidade.

– A unidade, dom de Deus. Convivência amável com todos os homens.

Todos os anos, do dia 18 ao dia 25 de janeiro, festa da Conversão de São Paulo, a Igreja dedica oito dias a uma oração mais intensa para que todos aqueles que crêem em Jesus Cristo cheguem a fazer parte da única Igreja fundada por Ele.

Leão XIII, em 1897, na Encíclica Satis cognitum, dispôs que fossem consagrados a esta intenção os nove dias que vão da Ascensão ao Pentecostes. No ano de 1910, São Pio X transferiu a celebração para os dias que decorrem entre a antiga festa da Cátedra de São Pedro, que se celebrava no dia 18 de janeiro, e a da Conversão de São Paulo.

O Concílio Vaticano II, no Decreto sobre o ecumenismo, insta os católicos a rezar por esta intenção, “conscientes de que este santo propósito de reconciliar todos os cristãos na unidade de uma só e única Igreja de Cristo excede as forças e capacidades humanas” (Decr.Unitatis redintegratio, 24).

I. CREIO NA IGREJA una, santa, católica e apostólica1. Quantas vezes ao longo da nossa vida não teremos feito esta profissão de fé, saboreando cada uma dessas notas: una, santa, católica e apostólica! Mas nestes dias em que a Igreja nos propõe uma Semana para rezarmos com mais fervor pela unidade dos cristãos, estaremos unidos pela oração ao Papa, aos bispos, aos católicos do mundo inteiro e aos nossos irmãos separados. Estes, ainda que não possuam a plenitude da fé, dos sacramentos ou de regime, tendem a ela impelidos pelo próprio Cristo, que quer ut omnes unum sint2, que todos, e de modo especial os cristãos, cheguem à unidade numa só Igreja: aquela que Cristo fundou, aquela que permanecerá no mundo até o fim dos tempos.

Creio na Igreja una…
A unidade é nota característica da Igreja de Cristo e faz parte do seu mistério3. O Senhor não fundou muitas igrejas, mas uma só Igreja, “que no Símbolo confessamos una, santa, católica e apostólica; que o nosso Salvador depois da sua ressurreição entregou a Pedro para que a apascentasse (Jo 21, 17) e confiou a ele e aos demais Apóstolos para que a propagassem e regessem (cfr. Mt 28, 18), levantando-a para sempre como «coluna e fundamento da verdade» (1 Tim 3, 15). Esta Igreja, constituída e organizada neste mundo como uma sociedade, subsiste na Igreja Católica governada pelo sucessor de Pedro e pelos bispos em comunhão com ele, ainda que, fora da sua visível estrutura, se encontrem vários elementos de santificação e verdade, elementos que, como bens próprios da Igreja de Cristo, impelem à unidade católica”4. Chegou-se a comparar a Igreja à túnica de Cristo, inconsútil, de uma só peça, sem costuras, tecida de cima a baixo5: não tem costuras para que não se rasgue6, afirma Santo Agostinho.

O Senhor manifestou de muitas maneiras o seu propósito de fundar uma só Igreja. Fala-nos de um só rebanho e um só pastor7, adverte-nos sobre a ruína de um reino dividido em facções contrárias – todo o reino dividido contra si mesmo será destruído8 –, de uma cidade cujas chaves são entregues a Pedro9 e de um só edifício construído sobre o fundamento que é Pedro10…

Hoje, mediante a Comunhão dos Santos, de que participamos de formas diversas, unimo-nos também a tantos e tantos em todo o mundo que rezam com pureza de intenção: Ut omnes unum sint, que todos sejamos um, um só rebanho e um só Pastor, que nunca mais se separe nem um só ramo da árvore frondosa da Igreja. Que dor quando algum ramo se separa da verdadeira vide!

II. A SOLICITUDE CONSTANTE de Jesus pela unidade dos seus manifestou-se de maneira especial na oração da Última Ceia, que é, ao mesmo tempo, como que o testamento que o Senhor deixou aos discípulos: Pai santo, guarda em teu nome os que me deste, para que sejam um como nós… Não rogo só por eles, mas por todos quantos crerem em mim pela palavra deles, para que todos sejam um, como tu, Pai, em mim e eu em ti, para que também eles sejam um em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste11.

Ut omnes unum sint…
A união com Cristo é a causa e a condição da unidade dos cristãos entre si. Esta unidade é um dos maiores bens para toda a humanidade, pois, sendo a Igreja una e única, surge como sinal diante das nações para convidar todos os homens a crerem em Jesus Cristo, o único Salvador de todo o gênero humano. A Igreja continua no mundo essa missão salvadora de Jesus, e o Concílio Vaticano II, referindo-se aos fundamentos do ecumenismo, relaciona a unidade da Igreja com a sua universalidade e com essa missão salvadora12.

A preocupação pela unidade da fé e dos costumes foi o motivo pelo qual se celebrou o primeiro Concílio de Jerusalém13, nos começos da Igreja. Uma boa parte das Epístolas de São Paulo foram apelos à unidade. A vigilância na conservação deste bem tão grande foi a principal responsabilidade que São Paulo atribuiu aos presbíteros14, seus mais íntimos colaboradores, e aos que lhe sucederiam na missão de pastorear e amparar as comunidades cristãs15. Esta preocupação esteve sempre presente em todos os Apóstolos16.

Por sua vez, a doutrina dos Padres da Igreja sempre levou a defender esta unidade querida por Cristo; para eles, a separação do tronco comum era o pior dos males17. Nos nossos dias, em face das pretensões de um falso ecumenismo, que considera todas as confissões cristãs igualmente válidas e rejeita a existência de uma Igreja visível herdeira dos Apóstolos, em que se realiza, portanto, a vontade de Cristo, o Concílio Vaticano II declarou para nosso ensinamento que “Cristo Senhor fundou uma só e única Igreja. Todavia, são muitas as Comunhões cristãs que se apresentam aos homens como a verdadeira herança de Jesus Cristo; todos se confessam discípulos do Senhor, mas têm pareceres diversos e andam por caminhos diferentes, como se o próprio Cristo estivesse dividido. Esta divisão, sem dúvida, contradiz abertamente a vontade de Cristo, e constitui-se em escândalo para o mundo, como também prejudica a santíssima causa da pregação do Evangelho a todas as criaturas”18.

Amamos apaixonadamente a Igreja, e por isso dói-nos no mais íntimo da alma este “escândalo para o mundo” que tem a sua raiz nas divisões e nas suas causas. Temos que pedir e oferecer sacrifícios para atrair a misericórdia de Deus, de maneira que – superando muitas dificuldades – seja cada vez maior a realidade desta união na única Igreja de Cristo.

Em tudo o que estiver ao nosso alcance, arrancaremos o que possa ser obstáculo, aquilo que, por não vivermos pessoalmente as exigências da vocação cristã, possa ser motivo para que os outros se afastem ou não se aproximem da Igreja; ressaltaremos aquilo que temos em comum, já que, ao longo da história, talvez se tenha dado mais destaque àquilo que separa do que àquilo que pode ser motivo de união.

Esta é a intenção e a doutrina do Magistério, pois “a Igreja sabe-se ligada a todos os batizados que, ornados com o nome de cristãos, não professam na íntegra a fé ou não guardam a unidade da comunhão sob o Sucessor de Pedro”19. Ainda que não estejam em plena comunhão com a Igreja, há alguns que têm a Sagrada Escritura como norma de fé e de vida, manifestam um verdadeiro zelo apostólico, foram batizados e receberam outros sacramentos. Alguns possuem o episcopado, celebram a Sagrada Eucaristia e fomentam a piedade para com a Virgem Maria. Participam de certo modo da Comunhão dos Santos e recebem o seu influxo, e são impelidos pelo Espírito Santo a uma vida exemplar20.

O desejo de união, a oração por todos, leva-nos a ser exemplares na caridade. Também de nós se deve poder dizer, como dos primeiros cristãos: Vede como se amam21.

III. A UNIDADE É UM DOM de Deus e por isso está intimamente ligada à oração e à contínua conversão do coração, à luta ascética pessoal por sermos melhores, por estarmos mais unidos ao Senhor. Pouco poderemos fazer pela unidade dos cristãos “se não conseguirmos esta intimidade com o Senhor Jesus: se realmente não estivermos com Ele e como Ele santificados na verdade; se não guardarmos a sua palavra em nós, procurando descobrir todos os dias a sua riqueza escondida; se o próprio amor de Deus pelo seu Cristo não estiver profundamente arraigado em nós”22.

O amor a Deus deve levar-nos a pedir, de modo especial nestes dias, por esses nossos irmãos que ainda mantêm muitos vínculos com a Igreja. Contribuiremos eficazmente para a edificação desta união na medida em que nos esforçarmos por procurar a santidade pessoal nas coisas correntes de todos os dias e aumentarmos o nosso espírito apostólico.

O fiel católico deve ter sempre um coração grande e deve saber servir generosamente os seus irmãos os homens – os outros católicos e os que têm a fé em Cristo sem pertencerem à Igreja ou que professam outras religiões ou nenhuma. Deve mostrar-se aberto e sempre disposto a conviver com todos. Temos que amar os homens para levá-los à plenitude de Cristo e assim torná-los felizes. Senhor – pedimos com a liturgia da Missa –, infundi em nós o vosso Espírito de caridade e […] fazei com que todos os que cremos em Vós vivamos unidos num mesmo amor23.

(1) Símbolo Niceno-Constantinopolitano, Denz. 86 (150); (2) Jo 17, 21; (3) cfr. Paulo VI, Alocução, 19-I-1977; (4) Conc. Vat. II, Const. Lumen gentium, 8; (5) cfr. Jo 19, 23; (6) cfr. Santo Agostinho, Tratado sobre o Evangelho de São João, 118, 4; (7) Jo 10, 16; (8) Mt 12, 25; (9) Mt 16, 19; (10) Mt 16, 18; (11) Jo 17, 11.20-21; (12) cfr. Conc. Vat. II, Decr. Unitatis redintegratio, 1; (13) At 15, 1-30; (14) At 20, 28-35; (15) cfr. 1 Tim 4, 1-16; 6, 3-6; etc.; (16) cfr. 1 Pe 2, 1-9; 2 Pe 1, 12-15; Jo 2, 1-25; Ti 4, 11-12; etc.; (17) Santo Agostinho, Contra os parmenianos, 2, 2; (18) Conc. Vat. II, Decr. Unitatis redintegratio, 1; (19) idem, Const. Lumen gentium, 15; (20) cfr. ib.; (21) Tertuliano, Apologético, 39; (22) João Paulo II, Alocução para a união dos cristãos, 23-I-1981; (23) Oração depois da Comunhão, Missa pela unidade dos cristãos, 3, ciclo B.

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