Leituras de 25/01/11


ANO LITÚRGICO “A” – III SEMANA DO TEMPO COMUM

Terça-feira, 25 de janeiro de 2011

CONVERSÃO DE SÃO PAULO

Branco – Glória – Creio – Prefácio dos Apóstolos – Ofício da Festa

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Antífona: Sei em quem acreditei; e estou certo de que o justo juiz conservará a minha fé até o dia de sua vinda (2Tm 1,12; 4,8).


Oração do Dia:
Ó Deus, que instruístes o mundo inteiro pela pregação do apóstolo são Paulo, dai-nos, ao celebrar hoje a sua conversão, caminhar para vós seguindo seus exemplos e ser, no mundo, testemunhas do Evangelho. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Primeira Leitura: Atos dos Apóstolos 22, 3-16

Leitura dos Atos dos Apóstolos:

Naqueles dias, 223 Paulo disse: “Eu sou judeu, nasci em Tarso da Cilícia, mas criei-me nesta cidade, instruí-me aos pés de Gamaliel, em toda a observância da lei de nossos pais, partidário entusiasta da causa de Deus como todos vós também o sois no dia de hoje.
4 Eu persegui de morte essa doutrina, prendendo e metendo em cárceres homens e mulheres.
5 O sumo sacerdote e todo o conselho dos anciãos me são testemunhas. E foi deles que também recebi cartas para os irmãos de Damasco, para onde me dirigi, com o fim de prender os que lá se achassem e trazê-los a Jerusalém, para que fossem castigados.
6 Ora, estando eu a caminho, e aproximando-me de Damasco, pelo meio-dia, de repente me cercou uma forte luz do céu.
7 Caí por terra e ouvi uma voz que me dizia: ´Saulo, Saulo, por que me persegues?´
8 Eu repliquei: ´Quem és tu, Senhor?´ A voz me disse: ´Eu sou Jesus de Nazaré, a quem tu persegues´.
9 Os meus companheiros viram a luz, mas não ouviram a voz de quem falava.
10 Então eu disse: ´Senhor, que devo fazer?´ E o Senhor me respondeu: ´Levanta-te, vai a Damasco e lá te será dito tudo o que deves fazer´.
11 Como eu não pudesse ver por causa da intensidade daquela luz, guiado pela mão dos meus companheiros, cheguei a Damasco.
12 Um certo Ananias, homem piedoso e observador da lei, muito bem conceituado entre todos os judeus daquela cidade,
13 veio ter comigo e disse-me: ´Irmão Saulo, recobra a tua vista´. Naquela mesma hora pude enxergá-lo.
14 Continuou ele: ´O Deus de nossos pais te predestinou para que conhecesses a sua vontade, visses o Justo e ouvisses a palavra da sua boca,
15 pois lhe serás, diante de todos os homens, testemunha das coisas que tens visto e ouvido.
16 E agora, por que tardas? Levanta-te. Recebe o batismo e purifica-te dos teus pecados, invocando o seu nome´”.

Palavra do Senhor.
Graças a Deus!


Salmo Responsorial: 117/116

Ide por todo o mundo, a todos pregai o Evangelho.

Cantai louvores ao Senhor, todas as gentes,
povos todos, festejai-o!

Pois comprovado é seu amor para convosco,
para sempre ele e fiel!

Evangelho: Marcos 16, 15-18

Aleluia, aleluia, aleluia.

Eu vos designei para que vades e deis frutos e o vosso fruto permaneça, assim disse o Senhor (Jo 15,16).

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos:

Naquele tempo, 1615 Jesus disse-lhes: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura.

16 Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.
17 Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas,

18 manusearão serpentes e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados”.

Palavra da Salvação.

Glória a Vós, Senhor!

Por todo o mundo! (Mc 16, 15-18)

O campo do Evangelho é a terra inteira! Ninguém está excluído do anúncio da salvação. Afinal, “Deus quer que todos os homens se salvem” (cf. 1Tm 2, 4). E o próprio Jesus garantiu: “Quando eu for erguido, atrairei todos os homens a mim!” (Jo 12, 32.) Nos últimos tempos, cresceu uma deriva teológica que nega este aspecto universal (e, por isso mesmo, “católico”) da missão da Igreja. Chegam a chamar de “genocídio cultural” o trabalho de evangelização realizado junto aos povos não-cristãos.

Em sua brilhante Carta Encíclica “Redemptoris Missio” [A Missão do Redentor], o saudoso Papa João Paulo II escreveu: “As várias formas do mandato missionário contêm pontos em comum, mas também acentos próprios de cada evangelista; dois elementos, de fato, encontram-se em todas as versões. Antes de mais, a dimensão universal da tarefa conferida aos Apóstolos: ‘todas as nações’ (Mt 28, 19); ‘pelo mundo inteiro, a toda criatura’ (Mc 16, 15); ‘todos os povos’ (Lc 24, 47); ‘até os confins do mundo’ (At 1, 8). Em segundo lugar, a garantia, dada pelo Senhor, de que, nesta tarefa, não ficarão sozinhos, mas receberão a força e os meios para desenvolver a sua missão…” (RMi, 23.)

Mais adiante, o Papa observava: “O Senhor Jesus enviou os seus Apóstolos a todas as pessoas, a todos os povos e a todos os lugares da terra. Nos Apóstolos, a Igreja recebeu uma missão universal, sem limites, referindo-se à salvação em toda a sua integridade, segundo a plenitude de vida que Cristo veio trazer (cf. Jo 10, 10): ela foi ‘enviada para manifestar e comunicar a caridade de Deus e todos os homens e povos’”. (RMi, 31.)

Se o anúncio do Evangelho de Jesus incomodar a sociedade indiana, onde as castas sociais fazem os homens desiguais, ou se causar problemas para o governo chinês, devido à sua política demográfica de impor aos casais um único filho, não é o Evangelho que está errado. E o apelo evangélico a reformar estruturas sociais e econômicas injustas e desumanas não merece o rótulo de genocídio cultural, acusação comum na boca de nossos inimigos, mas consiste, antes, em devolver ao homem sua dignidade perdida.

Foi este o trabalho de São Paulo, apóstolo das nações. Oportunamente, ou não, levou com ousadia a mensagem de Jesus Cristo a todos os quadrantes. Este é o exemplo a ser imitado. O mais é traição!

Orai sem cessar: “Anunciarei teu nome a meus irmãos!” (Hb 2, 12)

Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.

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Comentário ao Evangelho do dia feito por:

São Cirilo de Jerusalém (313-350), Bispo de Jerusalém e Doutor da Igreja

Catequese baptismal 10 (a partir da trad. Bouvet, Soleil Levant 1961, pp. 201ss.)

«Não é aquele que nos perseguia?» (At 9,21)

«Não nos anunciamos a nós mesmos, mas anunciamos Jesus Cristo; somos vossos servos por causa de Jesus» (2Cor 4, 5). Quem é então esta testemunha que anuncia Cristo? É aquele que outrora O perseguia. Que maravilha! Eis que o perseguidor de antigamente anuncia Cristo. Por quê? Será que foi comprado? Mas ninguém poderia persuadi-lo desta maneira. Terá sido a visão de Cristo nesta terra que o cegou? Mas Jesus já tinha subido ao céu. Saulo saíra de Jerusalém para perseguir a Igreja de Cristo, e três dias depois, em Damasco, o perseguidor transformara-se em pregador. Sob que influência? Há quem cite como testemunhas a favor dos seus amigos pessoas do seu partido. Eu, ao invés, apresento como testemunha um antigo inimigo.

Ainda duvidas? Grande é o testemunho de Pedro e João, mas […] eles eram gente da casa. Quando a testemunha é um antigo inimigo, de um homem que mais tarde morrerá pela causa de Cristo, quem poderá duvidar do valor do seu testemunho? Admiro o plano do Espírito Santo […]: Ele concede que Paulo, o antigo perseguidor, escreva as suas catorze epístolas. […] Como não se podiam contestar os seus ensinamentos, permitiu que aquele que fora outrora o inimigo e o perseguidor escrevesse mais do que Pedro e João; é assim que a fé de todos nós pode ser fortalecida. Com efeito, todos ficaram estupefatos com Paulo: «Não é aquele que nos perseguia? Não terá vindo aqui para nos prender?» (At 9, 21). Não fiqueis surpreendidos, diz Paulo. Eu percebo-vos; para mim «é duro revoltar-me contra a espora» (At 26,14). «Não sou digno de ser chamado apóstolo porque persegui a Igreja de Deus» (1Cor 15, 9); «Ele foi misericordioso para comigo: o que eu fazia, fazia-o por ignorância.» […] «A graça de Deus superabundou em mim» (1Tim 1, 13-14).

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25 DE JANEIRO

12. CONVERSÃO DE SÃO PAULO

Festa

Por Francisco Fernández-Carvajal, sacerdote

– No caminho de Damasco.

– A figura de São Paulo, exemplo de esperança. Correspondência à graça.

– Ânsia de almas.

A festa da conversão do “Apóstolo das Gentes” encerra o oitavário pela unidade dos cristãos. A graça de Deus converte São Paulo de perseguidor dos cristãos em mensageiro de Cristo. Este fato ensina-nos que a fé tem a sua origem na graça e se apóia na livre correspondência humana, e que o melhor modo de acelerar a unidade dos cristãos consiste em fomentar todos os dias a conversão pessoal.

I. SEI EM QUEM ACREDITEI; e estou certo de que o justo juiz conservará a minha fé até o dia da sua vinda1.

Paulo, grande defensor da Lei de Moisés, considerava os cristãos como o maior perigo para o judaísmo; por isso, dedicava todas as suas energias a perseguir a Igreja nascente. A primeira vez em que aparece nos Atos dos Apóstolos, verdadeira história da primitiva cristandade, vemo-lo presenciando o martírio de Estêvão, o protomártir cristão2. Santo Agostinho faz notar a eficácia da oração de Estêvão pelo seu jovem perseguidor3. Mais tarde, Paulo dirige-se a Damasco, a fim de que, se ali achasse quem seguisse este caminho, fossem homens ou mulheres, os levasse presos a Jerusalém4. O cristianismo tinha-se estendido rapidamente, graças à ação do Espírito Santo e ao intenso proselitismo dos novos fiéis, mesmo nas condições mais adversas: Os que se haviam dispersado iam por toda parte pregando a palavra5.

Paulo dirigia-se a Damasco respirando ameaças de morte contra os discípulos do Senhor; mas Deus tinha outros planos para aquele homem de grande coração. E estando já perto da cidade, por volta do meio-dia, de repente viu-se rodeado de uma luz refulgente que vinha do céu; e caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Respondeu ele: Quem és tu, Senhor? E Ele: Eu sou Jesus, a quem tu persegues6. E a seguir veio a pergunta fundamental de Saulo, que era já fruto da sua conversão e que marcava o caminho da entrega: Que devo fazer, Senhor?7 Paulo já é outro homem. Num instante, viu tudo a uma luz absolutamente clara, e a fé leva-o à disponibilidade total em relação aos planos de Deus. Que devo fazer de agora em diante?, o que esperas de mim?

Muitas vezes, talvez quando mais longe estávamos, o Senhor quis voltar a entrar profundamente na nossa vida e manifestou-nos esses planos grandes e maravilhosos que tem sobre cada homem, sobre cada mulher. “Deus seja louvado!, dizias de ti para ti depois de terminares a tua Confissão sacramental. E pensavas: é como se tivesse voltado a nascer.

Depois, prosseguiste com serenidade: «Domine, quid me vis facere?» – Senhor, que queres que eu faça?

“– E tu mesmo te deste a resposta: – Com a tua graça, por cima de tudo e de todos, cumprirei a tua Santíssima Vontade: «Serviam!» – eu te servirei sem condições!”8 Repetimo-lo agora uma vez mais. Já o dissemos tantas vezes, em tons tão diversos! Serviam! Com a tua ajuda, eu te servirei sempre, Senhor.

II. VIVO NA FÉ do Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim9.

Sempre recordaremos esses instantes em que Jesus, talvez inesperadamente, nos deteve no nosso caminho para dizer-nos que desejava entrar no nosso coração. São Paulo nunca esqueceu esse momento único em que se encontrou pessoalmente com Cristo ressuscitado: no caminho de Damasco…, indica várias vezes, como se dissesse: ali começou tudo. Noutros momentos, menciona que esse foi o instante decisivo da sua existência. Por último, depois de todos, foi também visto por mim, como por um aborto10.

A vida de São Paulo é um apelo à esperança, pois “quem dirá, sob o peso das suas faltas: «Eu não posso vencer-me», quando […] o perseguidor dos cristãos se transformou em propagador da doutrina deles?”11 Essa mesma eficácia continua a operar hoje nos corações. Mas a vontade do Senhor de curar-nos e converter-nos em apóstolos no lugar onde trabalhamos e onde vivemos precisa da nossa correspondência; a graça de Deus é suficiente, mas é necessária a colaboração do homem, como no caso de São Paulo, porque o Senhor quer contar com a nossa liberdade. Comentando as palavras do Apóstolo – não eu, mas a graça de Deus em mim –, Santo Agostinho sublinha: “Quer dizer, não eu sozinho, mas a graça de Deus comigo; e, por isso, nem a graça de Deus sozinha, nem ele só, mas a graça de Deus com ele”12.

Contar sempre com a graça levar-nos-á a nunca desanimar, apesar de experimentarmos constantemente a inclinação para o pecado, os defeitos que não acabam de desaparecer, as fraquezas e mesmo as quedas. O Senhor chama-nos continuamente a uma nova conversão e temos que pedir com perseverança a graça de estar sempre começando, atitude que nos leva a percorrer com paz e alegria o caminho que conduz a Deus e que mantém em todos os momentos a juventude do coração.

Mas é necessário que correspondamos nesses momentos bem precisos em que, como São Paulo, diremos a Jesus: Senhor, que queres que eu faça?, em que coisas devo lutar mais?, que coisas devo mudar? É necessário – escreve Santa Teresa – “encontrar forças de novo para servir, e procurar não ser ingratos, pois é com essa condição que o Senhor as dá. Se não usarmos bem dos seus tesouros e do alto estado em que nos põe, Ele no-los tornará a tomar e ficaremos muito mais pobres; e Sua Majestade dará as jóias a quem as preze e tire proveito delas para si e para outros”13.

Senhor, que queres que eu faça?
Se pronunciarmos estas palavras com o coração – como uma jaculatória – muitas vezes ao dia, Jesus nos dará luzes e nos manifestará esses pontos em que o nosso amor se deteve ou não avança como Deus deseja.

III. SEI EM QUEM ACREDITEI… Estas palavras explicam toda a vida posterior de São Paulo. Conheceu o Senhor, e desde esse momento todas as outras coisas são como uma sombra, em comparação com essa inefável realidade. Nada tem já algum valor se não é em Cristo e por Cristo. “A única coisa que temia era ofender a Deus; o resto não o preocupava. Por isso mesmo, a única coisa que desejava era ser fiel ao seu Senhor e dá-lo a conhecer a todos os povos”14. É o que nós desejamos, a única coisa que queremos.

Paulo converte-se a Deus de todo o coração, e o mesmo ímpeto com que antes perseguia os cristãos, põe-no agora, aumentado e fortalecido pela graça, a serviço do grandioso ideal que acaba de descobrir. Tomará como própria a mensagem que os outros Apóstolos receberam e que o Evangelho da Missa nos transmite: Ide pelo mundo inteiro e pregai o Evangelho a todas as criaturas15. Paulo aceitou esse compromisso e fez dele a razão da sua vida. “A sua conversão consistiu precisamente nisto: em ter aceitado que Cristo, a quem encontrou no caminho de Damasco, entrasse na sua existência e a orientasse para um único fim: o anúncio do Evangelho. Eu sou devedor tanto aos gregos como aos bárbaros, tanto aos sábios como aos ignorantes… Pois não me envergonho do Evangelho, que é virtude de Deus para a salvação de todo aquele que crê (Rom 1, 13-16)”16.

Sei em quem acreditei…
Por Cristo, Paulo enfrentará riscos e perigos sem conta, sobrepor-se-á continuamente à fadiga, ao cansaço, aos aparentes fracassos da sua missão, aos temores, desde que possa conquistar almas para Deus. Cinco vezes recebi dos judeus quarenta açoites menos um; três vezes fui açoitado com varas; uma vez fui apedrejado; três vezes naufraguei; um dia e uma noite passei perdido no alto mar. Nas minhas freqüentes viagens, sofri perigos de rios, perigos de ladrões, perigos dos da minha raça, perigos dos gentios, perigos na cidade, perigos no deserto, perigos no mar, perigos entre falsos irmãos; em trabalhos e fadigas, em vigílias prolongadas, em fome e em sede, em freqüentes jejuns, no frio e na nudez. E além dessas coisas, que são exteriores, tenho os meus cuidados de cada dia: a preocupação por todas as igrejas. Quem desfalece que eu não desfaleça? Quem é escandalizado que eu não me abrase?17

Paulo centrou a sua vida no Senhor. Por isso, apesar de tudo o que padeceu por Cristo, poderá dizer no fim da sua vida, quando se encontrar quase sozinho e um pouco abandonado: Estou inundado de alegria em todas as minhas tribulações… A felicidade de Paulo, como a nossa, não consistiu na ausência de dificuldades, mas em ter encontrado Jesus e em tê-lo servido com todo o coração e com todas as forças.

Terminamos esta meditação com uma oração da liturgia da Missa: Ó Deus, que instruístes o mundo inteiro pela pregação do Apóstolo São Paulo, dai-nos, ao celebrarmos hoje a sua conversão, que caminhemos para Vós seguindo os seus exemplos, e sejamos no mundo testemunhas do Evangelho18. Pedimos a nossa Mãe Santa Maria que nos ajude a não fugir a essas graças bem concretas que o Senhor nos concede para que, ao longo da vida, voltemos a começar uma vez e outra.

(1) 2 Tim 1, 12; 4, 8; Antífona de entrada da Missa do dia 25 de janeiro; (2) cfr. At 7, 60; (3) cfr. Santo Agostinho, Sermão 315; (4) At 9, 2; (5) At 8, 4; (6) At 9, 3-5; (7) At 22, 10; (8) São Josemaría Escrivá, Forja, n. 238; (9) Gal 2, 20; Antífona da comunhão, ib.; (10) 1 Cor 15, 8-10; (11) São Bernardo, Primeiro sermão sobre a conversão de São Paulo, 1; (12) Santo Agostinho, Sobre a graça e o livre arbítrio, 5, 12; (13) Santa Teresa, Vida, 10; (14) Liturgia das Horas, Segunda leitura; São João Crisóstomo, Segunda homilia sobre os louvores de São Paulo; (15) Mc 16, 15; (16) João Paulo II, Homilia, 25-I-1987; (17) 2 Cor 11, 24-29; (18) Oração coleta, ib.

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